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PENÉLOPE CRUZZZ, CORRE AQUIIII, TÃO HUMILHANDO A ESPANHAAAAAAA!!!
Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (2017) me surpreendeu um pouco. Não é que ele seja bom, chegamos a um nível que não da mais pra recuperar essa saga, mas este aqui é o que mais tenta.
O humor aqui está muito bom, ele conseguiu alcançar o humor que a trilogia original tinha. Cenas como a quase decapitação de Jack e “sua filha faz urologia” são de gargalhar, mas o enredo é totalmente desinteressante e pouco planejado.
A tentativa de se construir uma sequência legado é óbvia, não funciona no caso do filho do Will e da Elizabeth, mas chega quase a dar certo com a filha do Barbossa. PENELOPE CRUZZZZ CORRE AQUI, AA SENHORAAA TA SENDO HUMILHAADAAAAAAAA KKKKKKK, qualquer um prefere uma filha do Barbossa do que a do Barba sla das contas. Uma pena que a tentativa de um casal de nepo babies resultou em um casal sem química alguma.
Agora, apesar da volta do Orlando Bloom no início do filme ser bem meh, quando chega o final e nós vemos aa FUCKING KEIRA KNIGHTLEY, EU SÓ SOUBE BERRAR. MEU DEEEEUS, APELOU PRA NOSTALGIA? SIM, MAAAAAAS QUE CENA, QUE LINDAA MINHA MÃE ELIZABETH, MEU DEEEEUS.
KEIRA KNIGHTLEY MULHEEEE, ESTÁ NAS SUAS MÃOS A SALVAÇÃO DESTA SAGA, SE VOCÊ APARECE O FILME JÁ GANHA +1 ESTRELA
Ps. Coitado do Javier Bardem, tal como sua esposa, saiu da Espanha atoa também.
Ps.2 A
bússola de Jack foi dada a ele pela Tia Dalma/Calypso, não por um pirata sla das contas, então não destrua o original Mickey, sua ratazana velha.
Ain Penélope Cruz, pra que né?
Não preciso me alongar muito sobre esse. Piratas do Caribe Navegando em Águas Misteriosas (2011) tem a falta de um elemento principal, o diretor e corroteirista dos três primeiros filmes, Gore Verbinski. É um filme que começa abrupto e termina em uma cena completamente aleatória que nos leva a nos questionar “Ué, acabou?”
O filme que caga pro desenvolvimento de personagens a longo da saga, colocando Jack e Gibbs como uma dupla inseparável de melhores amigos, onde um se sacrificaria pelo outro, sendo que era uma amizade pirata que tinha resquícios de companheirismo e honra, mas só enquanto o lucro era certo. Outro detalhe foram ter destruído o Barbossa, como se o grande pirata não tivesse nenhuma honra, mesmo sendo um dos que nunca confabulou com a companhia das índias orientais, o que poderia ter feito, mesmo tendo um trato com Calypso.
No final a história é chata, tem pouco humor e a Penélope Cruz está péssima aqui. Coitada, espero que tenha faturado algo.
Nitidamente, deve ter sido uma obra dificílima de ser gravada.
Nasce uma Estrela (1957) é uma obra muito estranha e fiquei um tanto surpreso, mesmo tendo assistido a versão da Gaga de 2018, como o filme é o material inteirinho de inspiração para o um dos meus musicais favoritos: Funny Girl (1968), talvez, e é um talvez bem grande, Hollywood tenha tentado concertar essa obra lançando Funny Girl uns 11 anos depois.
O ator principal é muito feio kkkkkk feio feio mesmo, e não tem um pingo de charme para o filme insinuar que ele ganha muito na lábia, a Judy Garland está caracterizada como uma mulher de 70 anos, sendo que aqui ela tem apenas 35. São os mesmos os penteados e roupas que ela estava usando na época e, logicamente depois de uma vida muito tortuosa, é esperado que ela esteja meio mal, mas a caracterização e maquiagem as vezes parece realmente proposital.
É um musical sem uma única música interessante, com cenas muito boas devido a grandeza de Garland e seu vozeirão incrível, mas sem músicas que cativem fica meio meh. O direcionamento da atriz é meio estranho também, em uma cena em que deveríamos ter uma capacidade de indicação ao Oscar, a atriz é condicionada a manter a cabeça e as feições tão escondidas que até parece que o diretor estava querendo exclui-la da cena.
A pior coisa que foi feita aqui é o trabalho de conservação. O estúdio cortou cenas do filme que seriam importantíssimas para o relacionamento entre os dois protagonistas, o que nos causa muito estranhamento quando eles começam a se amar literalmente do nada. Mas a ideia de louco de, para recuperar a estrutura descartada do filme, postar fotos e os áudios das cenas que conseguiram recuperar, fizeram o filme parecer extremamente picotado e instauraram um sentimento total de frustração. Não que antes não parecesse, já que temos cortes extremamente abruptos dentro de uma mesma cena e cenas musicais que o lypsinc não tá no tempo da música.
É amigos, essa produção parece ter sido muito conturbada.