Letterboxd : ApenasSamuel
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Últimas opiniões enviadas

ALGUÉM PARA ESSE TREEEEEEEEM... na verdade, deixa rolar, porque isso aqui é uma puta comédia gay de qualidade.

Eu sempre sempre quis assistir um filme da Rupaul, até hoje não achei aquele maldito “Starrbooty” e, após assistir esse e entender como a mente dessa velha funciona, eu PRECISO DESSE OUTRO FILME NA MINHA MESA AGORA!!!!!!

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Stop That Train (2026) já nos pega logo de início, ao primeiro frame ser um vídeo em preto e branco de um trem antigo, após isso é só risos e sorrisos ao longo dessas uma hora e meia. É muito interessante como ele parece muito com “Todo Mundo em Pânico 3”, por ter esse excesso de humor prático, só que ele é definitivamente uma versão gay (o que é bem melhor) e focada em um público de Drag Race que vai catar referências como “WE CAN STOP” KKKKKKKK e “THIS IS YOUR MOMENT, HAVE IT”


Não tem jeito, a velha Rupaul é realmente única nessa indústria.

Ps.

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A cena da presidenta cheia de coisas na mão e o fato dela ter matado uma criança branca loira nos trilhos do trem quando estava a cargo das “Forças armadas ferroviárias dos Estados Unidos” me deixaram completamente FASCINADO!

Não é de todo mal, mas está longe de ser aquilo tudo que o primeiro foi.

Da Magia à Sedução: Feitiço do Amor (2026) tinha um único dever: nos levar de volta àquele sentimento mágico dos anos 90 e, em alguns momentos, conseguiu isso. O meu problema está no que todas as sequências realizadas muito tempo após o original estão fadadas a recorrer: a tentativa de inclusão de um universo que representava um período bem específico nesta década atual, completamente diferente da anterior.

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Se você olhar para o primeiro filme, tem tudo que grita os anos 90, afinal, foi lançado nesse período. O problema é a tentativa de fazer um filme que representava uma década ter uma sequência que represente outra década. Esse é um grande problema dessas sequências. O filme é agradável, é lindo ver as tias, maravilhosamente interpretadas por Stockard Channing e Dianne Wiest, e é maravilhoso ver as nossas irmãs gostosonas, representadas por Nicole Kidman e Sandra Bullock. Porém, falta tratar o filme como algo cujo foco deveria estar nas pessoas que realmente querem assisti-lo, não em um público completamente novo.


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Eu dei uma olhadinha no enredo do último livro da saga. Só li o primeiro, na ordem de lançamento, e realmente existe todo um enredo sobre quebrar a maldição. Mas ela foi “quebrada” no primeiro filme, e não houve uma real adaptação que abrangesse as decisões tomadas naquela história. Ok, a maldição pode voltar, mas, tratando-se de uma adaptação, que isso seja mostrado a nós.No livro, o personagem do policial Gary Hallet morre pouco tempo após casar-se com Sally, e ela acredita que isso tenha sido causado pela maldição, mesmo que ele já tivesse problemas de saúde desde a infância. Apesar de se tratar de apenas uma página citando o fato, se o filme tivesse pensado em adaptar isso, teríamos um link forte o bastante para justificar o primeiro filme e entraríamos em um clima de “a maldição está de volta, protejam seus maridos, meninas!” bem diferente de um clima de “o namorado da minha filha, que ela disse amar, tá pra morrer”.


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Além disso, acho o roteiro completamente absurdo. A todo momento, temos comédia, e o filme não era sobre isso. Parece que a Gillian ganhou uma personalidade completamente bobona, ao nível de puxar as calças da Sally para ser engraçada, de a cada fala termos uma piada.
Agora, PASMEM: dos três roteiristas originais, temos apenas um que se manteve. Robin Swicord, roteirista de filmes como Matilda, Adoráveis Mulheres e O Curioso Caso de Benjamin Button, foi substituída por uma ESCOLHA CRIATIVA DO ESTÚDIO, QUERENDO ENTRAR NA ONDA DO PÚBLICO JOVEM, por Kelly Marcel, conhecida por trabalhos como Cinquenta Tons de Cinza e Venom. Hollywood? HOLLYWOOD!!!

No todo, é muito bom ver Sandra Bullock de volta às telas depois de tanto tempo e dos problemas que ela tem enfrentado. O filme, muitas vezes, parecia estar consolando a atriz, que estava afastada, cuidando de seu marido até a morte dele, em 2023. E o fato de o filme só acontecer porque Kidman forneceu o suporte emocional necessário para que Bullock se sentisse à vontade para voltar é o que mais encanta em todo esse cenário: é ver as irmãs Owens em seu vínculo real.

Letterboxd : ApenasSamuel
2 semanas atrás

Eu duvido muito que alguém tão rançuda quando a Miranda iria deixar de chamar os outros de gorda devido à não ser considerado correto. Não era correto antes quando ela chamava kkkkkkk

Diabo Veste Prada 2 consegue trazer um dos feitos do primeiro filme, a ideia de um Comfort Movie. Acredito que todos ficam muito encantados de ter estes personagens de volta na tela, por mais que o único que se manteve fiel foi o Nigel.

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O engraçado é que esse filme não parece uma sequência, parece uma tentativa de rescrever o original, só que tirando aquela dualidade maravilhosa onde a culpa estava tanto no trabalho extensivo e abusivo proposto pela Runway quanto no namorado completamente lixo que não servia de apoio nenhum. O problema era que, aquela dualidade original é que fez a Andy crescer e não se encontrar nem em um e nem em outro. Aqui, nós vemos Andy como uma quarentona meio palhaça que, após ser demitida e, podendo arrumar um emprego em qualquer outro lugar, volta para Runway e enfrenta quase os mesmos desafios do primeiro filme: "de qualquer modo, eu preciso impressionar Miranda Priestly."


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Eu acho que o filme poderia trabalhar o quanto a indústria da moda, mesmo o mundo ter mudado tanto após 2008, mantém certas aparências para o publico geral, mas continua sendo aquele estorvo bem preconceituoso, ou até estendendo seu preconceito para outros quesitos. Assim a personagem de Miranda continuaria exercendo o seu papel de real vilã e Andy, sendo obrigada a fazer tal trabalho, poderia ter material suficiente para escrever seu livro, criando uma nova dualidade: consideraríamos Andy, ao expor alguém com quem trabalha e parece ter certo vínculo, uma vilã ou uma heroína?


Ps.
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Eu não vou perder meu tempo dissertando sobre os esquerdo-machos feios que são apresentados nesta sequência, pode ser um shade para Ariana Grande e pra Selena Gomez, então eu até deixo passar kkkkkkkk

  • Filmow 1 semana atrás

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow