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Data de lançamento
15 Abril 2021Duração
Shang Tsung, imperador da Exoterra, envia seu melhor guerreiro, Sub-Zero, para assassinar o jovem Cole Young. Temendo pela segurança da família, Cole vai em busca de Sonya Blade seguindo a indicação de Jax, um major das Forças Especiais, que tem a mesma estranha marca de dragão com a qual Cole nasceu. Logo, ele se vê no templo do Lorde Raiden, um Deus Ancião e guardião do Plano Terreno, que abriga todos que possuem a marca. No templo, ele treina com os experientes guerreiros Liu Kang, Kung Lao e Kano, enquanto se prepara para lutar contra os inimigos da Exoterra em uma batalha pelo universo. Será que Cole irá longe o suficiente para desbloquear sua arcana - o imenso poder da sua alma - a tempo de salvar não apenas a família, mas interromper os planos de Shang Tsung de uma vez por todas?
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O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (3ª Temporada)
Gente, eu achei decepcionante, eu achei, mas eu assisti todos os Mortal Kombat que lançaram, né? É aquele ditado, vamos fazer o quê? Não é algo que a gente assista, assim, esperando algo muito bom, né? A gente já assiste o filme sabendo o que vem, né?
A adaptação de Mortal Kombat decepciona logo de cara ao prometer um torneio épico que, na prática, nunca acontece. O filme funciona muito mais como um longo e arrastado prelúdio do que como uma obra independente. O maior erro da produção é escantear lendas consagradas da franquia para focar em Cole Young, um protagonista original sem carisma algum e protegido por conveniências absurdas de roteiro. Ao tentar agradar o público casual introduzindo esse lutador genérico como fio condutor, o estúdio desrespeita a rica mitologia da série e desperdiça um tempo valioso de tela.
O longa também sofre de uma grave crise de identidade, misturando tons que simplesmente não conversam entre si. Após um prólogo incrivelmente bem dirigido e dramático no Japão feudal, a história decai para uma estética de filme B, marcada por cenários pobres e diálogos artificiais repletos de "fan service" forçado. Para piorar, o roteiro tenta explicar a magia do universo de forma preguiçosa através do conceito das "Arcanas". Em vez de valorizar anos de treinamento ou aprimoramentos cibernéticos que definiam os lutadores, os poderes agora surgem como um passe de mágica padronizado quando o personagem apanha o suficiente, arruinando a identidade única de cada guerreiro.
O desleixo se estende ao tratamento frustrante dado aos personagens clássicos. Figuras centrais como Liu Kang são rebaixadas a meros guias turísticos focados em despejar falas explicativas, enquanto Raiden assume uma postura passiva e letárgica diante da invasão. O lado dos vilões sofre um descaso ainda maior: lutadores historicamente temidos de Outworld são transformados em capangas mudos e sem profundidade, servindo apenas como buchas de canhão para serem abatidos rapidamente. Até mesmo a aguardada rivalidade entre Scorpion e Sub-Zero, que ancorou toda a campanha de marketing, é deixada de lado quase o filme inteiro.
Na reta final, a narrativa tenta compensar sua lentidão acelerando de forma desastrosa, entregando um terceiro ato caótico de lutas simultâneas sem peso emocional. Embora a brutalidade gráfica e a excelente roupagem moderna da clássica música tema tragam breves momentos de empolgação nostálgica, isso não é suficiente para salvar a estrutura fragmentada. No fim das contas, a produção se revela uma oportunidade tristemente desperdiçada, funcionando mais como um trailer caro e incompleto focado em criar ganchos para sequências do que como uma boa história fechada.
A porrada come por um motivo qualquer, os poderes são legaiszinhos e as caracterizações bem legais.
Mortal Kombat é exatamente o tipo de filme que sabe o que quer ser: divertido, frenético e feito para entreter. Tem bastante ação, boas cenas de luta, efeitos visuais muito bacanas e um ritmo que me prendeu do começo ao fim, sem ficar cansativo.
Gostei bastante dos personagens e, ao contrário de muita gente, curti o protagonista e achei Lewis Tan muito bem no papel. As cenas de ação são o grande destaque e entregam aquela violência gráfica que combina perfeitamente com a proposta do jogo.
Não é um filme que pretende reinventar nada ou entregar uma grande história, e nem precisa. É um filme de ação baseado em Mortal Kombat que quer divertir e, dentro dessa proposta, funciona muito bem. Bem redondinho, direto ao ponto e um ótimo passatempo.
Apesar do roteiro ser fraco e forçar certas situações, o filme tem ótimas cenas de batalha e consegue trazer aquela nostalgia do jogo e dos seus personagens. Espero que a sequência tenha um pouco de qualidade na história.
Nota: 5/10