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Data de lançamento
22 Abril 2016Duração
Idris Elba interpreta um agente do governo americano cuja missão é interrogar e eventualmente dar sumiço a um rapaz americano, principal suspeito de um atentado no metrô de Paris. Quando os ataques continuam a ocorrer, ele precisa se unir ao antigo principal suspeito para encontrar o verdadeiro culpado.
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BASTILLE DAY
Direção: James Watkins
Ano: 2016
Assistido em: 23/06/2024
Filmes de ação não apresentam novidades há pelo menos uns 30 anos, então, nunca espero que eles me deixem em polvorosa ou fascinado ou com qualquer outra emoção do tipo, a única coisa que espero é que eles me entretenham com uma história minimamente coerente. Sou obrigado a confessar que dei play nesse filme com muito preconceito, pensando que seria mais uma porcaria do gênero como as muitas que são produzidas ano após ano, mas até que esse me surpreendeu um pouquinho.
Quando Michael, um jovem americano que “trabalha” em Paris como batedor de carteira rouba uma bolsa com uma bomba dentro, ele entra na mira de Sean Briar, um agente da CIA que está trabalhando em Paris e fará de tudo para desmantelar uma célula terrorista. Para isso Sean forçará Michael a ajudá-lo a encontrar os responsáveis pelo atentado, ao mesmo tempo que o jovem precisa provar sua inocência em meio a uma enorme ameaça de um atentado terrorista em uma das maiores cidades do mundo.
O grande trunfo desse filme é o carisma dos seus dois protagonistas, Idris Elba e Richard Madden são atores bastante carismáticos, dos quais gosto bastante, e ambos demonstraram uma química boa em tela. Elba interpreta um agente da CIA durão, enquanto Madden faz um jovem batedor de carteira sem perspectivas, uma dupla improvável, mas que funciona em tela.
O roteiro não é nada excepcional, muito pelo contrário, é algo que você já deve ter visto em dezenas, talvez centenas, de outros títulos do gênero, mas a forma como o diretor James Watkins conduziu a história foi bem interessante, a progressão de acontecimentos, a dinâmica que ele deu aos seus protagonistas, fizeram com que dessa vez eu me importasse com o destino desses personagens, que não posso negar, não são lá muito bem trabalhados, mas mesmo assim, tem um certo charme fazendo com que Bastille Day tenha uma vantagem sobre seus pares.
Em geral esse filme não inova em nada, mas ele consegue se garantir no básico que é entreter o público por 1h30min. Ele ainda tem problemas, por exemplo, a partir do segundo ato o ritmo de ação aumenta, e o roteiro vai para as cucuias, não é nada horrível, vergonhoso, como muitas das coisas que Hollywood produz, mas está longe de ser um primor, é o mínimo aceitável. No geral Bastille Day vale a pena pelo dois atores protagonistas, mas não é nada muito memorável, uma diversão passageira que entretém, mas assim que acabar, você também vai esquecer rapidamente.
PS: Incrível como os americanos estragam tudo, mudaram o título original de Bastille Day que tem toda uma importância e significado dentro da história, para The Take, título genérico e sem sentido, incrível como esse povo ama fazer merda.
Divertido, mas é do tipo que assiste uma vez.
Olha, o Michael é um extraordinário mágico, conseguiu tirar o dinheiro do bolso do Briar sem pegar a carteira. Isto é incrível! rsrsrsrsr
Esse filme tem umas cenas estranhas que destoam um pouco do que está acontecendo, poderiam ter ficado de fora do corte final. Fora isso um ótimo filme de ação.
Ação da primeira à última cena...thriller excelente!