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Data de lançamento
10 Dez. 1987Duração
Quando um lutador de karate desafia sua escola e decide sair a procura de desafios, involuntariamente cumpre uma profecia interdimensional tornando-se um demônio depois da incorporação com o Lorde das Trevas. Logo a escola se torna um campo de batalha com exorcistas e até policiais do espaço no melhor estilo Gyaban/Sharivan/Shaider.
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Gustavo Ash 1 hora atrás
Taí um nome que poucos falam, mas o Itano tem no currículo Angel Cop, o melhor OVA de Violence Jack, Peacock King e Gantz, além do dedo em muitas outras obras como Hokuto no Ken, Spriggan e o longa de Cowboy Bebop. É um cara que deveria ser muito mais cultuado. E apesar de Battle Royal High School não se comparar a nenhum desses citados, não deixa de ser um bagulho divertido e aleatório pra cacete que vale a pena perder 1 hora.
Visto em 07/11/2023.
Rapaz! Isso foi muito melhor do que eu esperava! Cenas de ação top linha, lutas bem coreografadas, um gore dos bons e design e animação de alto nível! Só não é 10 pois queria ter visto umas lutas femininas também. Merecia ser revisitado.
Gostei!!! Animes da década de 90, bate uma nostalgia tremenda.
"Battle Royal High School" é, basicamente, uma combinação entre os gêneros ação, fantasia e terror, elaborados da forma mais clichê possível. O enredo foi excessivamente mal desenvolvido, tornando-se complicado apreciar a história somente sob esse ponto de vista. Isso não significa, entretanto, que a produção é de toda medíocre.
Particularmente, gostei bastante do design da animação (arte bem detalhada); em pouquíssimos momentos esta deixou a desejar, levando-se em conta o contexto da época. O subgênero cinematográfico "splatter" também faz-se presente nesse OVA (não sem razão, a violência gráfica é um dos motivos que mais sobressaem-se no anime), fazendo-se aceitável para os fãs. Achei marcante a cena em que
um clima romântico é evocado entre os personagens Riki Hyoudo e Megumi Koyama, apenas para, logo em seguida, a garota ser transformada em uma demônio.
Outra das cenas mais interessantes de se assistir
foi a em que o protagonista usa os seus poderes para reconstruir (literalmente) o corpo de Megumi (que havia sido destruído pelo próprio Riki).
A trilha sonora, por sua vez, é satisfatória. Achei prazerosa a canção final "Medusa", interpretada por Yuuri Sugimoto. Heavy metal oitentista com um ritmo bem envolvente.
Em suma, é um filme mediano, mas válido como recomendação para aqueles que não se importarem com o enredo ordinário.
Divertido, mas assisti acreditando que era gore pra caramba, mas não tem nada demais nesse quesito. Mas é divertido e tem uma trilha sonora bacana.