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Duração
Bela e Bandida, o terceiro faroeste de Jane Russell, foi produzido em 1948; entretanto, demorou quatro anos para ser lançado, graças aos caprichos de Howard Hughes. O filme narra a seguinte história: quando está prestes a ser linchada, Belle Starr (Jane Russell), a rainha dos bandidos, é salva pelos Irmãos Daltons. A seguir, envolve-se sentimentalmente com Bob Dalton (Scott Brady); mas os dois brigam após se traírem mutuamente. Então, Belle apaixona-se por um jogador profissional, Tom Bradfield (George Brent), que a manda para a prisão e promete esperar por ela até o fim de sua pena.
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Desde já, revogo o temor de que Allan Dwan fosse um misógino implacável: o modo como conduz a mudança de narrativa deste faroeste atípico (a quietude romântica é mais importante que os duelos em si) demonstra que ele esforça-se para ressignificar a participação das mulheres na história constitutiva dos EUA. Neste sentido, a colaboração com a magistral Jane Russell foi garantia de sucesso: excelente personagem e soberba encarnação por parte dela. A devoção pela personagem é tanta que o enredo fica apressado em seu desenvolvimento entusiasmado. São muitas as firulas narrativas e situações desenvolvidas de maneira pouco verossímil. Mas é um filme sempre entretenedor, com um desfecho anunciadamente marital abrupto. E é sempre divertido ver Andy Devine bebendo em cena (risos) - WPC>
Não vi o filme e queria vê-lo