Grande Guerra Patriótica,1940. Após ter sobrevivido em uma batalha com um misterioso tanque fantasma conhecido como Tigre Branco, o sangento russo Ivan Naydenov se torna obcecado com a sua destruição.
A analogia é ótima, o início e o final também. As cenas com uso dos tanques também... Porém, a maneira que usaram para explorar isso deixou o filme muito cansativo. Apesar do bom plot, poderia ser bem mais curto (sim, uns 70 minutos já serviria para passar a mensagem desejada e ainda poupava uma boa grana das cenas de ação dos tanques). A crítica é brilhante, assim como o seu fechamento. Poderia ser melhor explorado.
A única coisa que eu posso dizer é que esse daqui é um puta filme. O monólogo do final é do caralho, e toda a alegoria envolvendo o fascismo também foi muito bem construída e desenvolvida.
Baita filme, as melhores versões tanto em filmes quanto na literatura sobre a segunda guerra mundial vem do lado russo, país que mais sofreu perdas durante a grande guerra patríotica e que realmente venceu a gurra contra o nazismo, mostra de fato a realidade do que foi a guerr, um dos melhores filmes que já assisti, dialogos e cenas muito boas, a parte final que mostra que o nazismo não morreu e ainda está entre nós é muito atual visto o que tem acontecido nos últimos anos. Um filme desses ter uma média tão baixa e ver filmes ridiculos da marvel ter médias mais altas chega a ser comico o que tem acontecido no cinema atual.
Visto na faixa pelo canal do YouTube CPC-UMES. Longa russo de um diretor ainda da fase soviética, cujos filmes eu conhecia no mínimo um (razoável). Não confundir com o ótimo filme indiano homônimo da Netflix.
Se passa já no final da Segunda Guerra Mundial (lá chamam de Grande Guerra Patriótica), com os soviéticos às voltas com uma espécie de tanque de guerra mítico, quando não fantasmagórico, dos nazistas. Sem piloto, sorrateiro, com duas cenas de ação excelentes, principalmente a segunda com brilhante uso da câmera subjetiva.
É no fundo um longa sobre o fascismo que continuaria latente e vivo mesmo após a Segunda Guerra terminar - e visto hoje, se mostra o quanto esse ponto do enredo é absolutamente válido.
Ivan é o "nome russo comum", do mesmo jeito que chamavam alemães de Fritz, chamavam russos de Ivan. E ele é mais ainda, é Ivan Ivanovich. Ivan, filho de Ivan. Sem passado ou família, tudo o que precisa saber é que é russo. Por ele quase ter morrido pelo Tigre Branco no passado, ganhou a "habilidade" que os outros não tem de identificá-lo, encontrá-lo e é o único capaz de destruí-lo. Mas não o destrói completamente, apenas o impossibilita de continuar lutando aquela guerra. E diz: "Pode demorar 20, 50, 100 anos, mas ele voltará".
E isso explica porque parece que o filme vira outro no final, depois que o Tigre Branco é ferido e "desaparece". E o discurso de Hitler sobre como toda a culpa cairia sobre ele, quando na verdade toda a Europa pensava igual.
A analogia é ótima, o início e o final também. As cenas com uso dos tanques também... Porém, a maneira que usaram para explorar isso deixou o filme muito cansativo. Apesar do bom plot, poderia ser bem mais curto (sim, uns 70 minutos já serviria para passar a mensagem desejada e ainda poupava uma boa grana das cenas de ação dos tanques).
A crítica é brilhante, assim como o seu fechamento. Poderia ser melhor explorado.
A única coisa que eu posso dizer é que esse daqui é um puta filme. O monólogo do final é do caralho, e toda a alegoria envolvendo o fascismo também foi muito bem construída e desenvolvida.
Assistam filmes russos!
Baita filme, as melhores versões tanto em filmes quanto na literatura sobre a segunda guerra mundial vem do lado russo, país que mais sofreu perdas durante a grande guerra patríotica e que realmente venceu a gurra contra o nazismo, mostra de fato a realidade do que foi a guerr, um dos melhores filmes que já assisti, dialogos e cenas muito boas, a parte final que mostra que o nazismo não morreu e ainda está entre nós é muito atual visto o que tem acontecido nos últimos anos. Um filme desses ter uma média tão baixa e ver filmes ridiculos da marvel ter médias mais altas chega a ser comico o que tem acontecido no cinema atual.
Visto na faixa pelo canal do YouTube CPC-UMES. Longa russo de um diretor ainda da fase soviética, cujos filmes eu conhecia no mínimo um (razoável). Não confundir com o ótimo filme indiano homônimo da Netflix.
Se passa já no final da Segunda Guerra Mundial (lá chamam de Grande Guerra Patriótica), com os soviéticos às voltas com uma espécie de tanque de guerra mítico, quando não fantasmagórico, dos nazistas. Sem piloto, sorrateiro, com duas cenas de ação excelentes, principalmente a segunda com brilhante uso da câmera subjetiva.
É no fundo um longa sobre o fascismo que continuaria latente e vivo mesmo após a Segunda Guerra terminar - e visto hoje, se mostra o quanto esse ponto do enredo é absolutamente válido.
Eu tive a leitura de que Ivan, o tanquista, representava a União Soviética e o tanque Tigre Branco representava o nazismo.
Ivan é o "nome russo comum", do mesmo jeito que chamavam alemães de Fritz, chamavam russos de Ivan. E ele é mais ainda, é Ivan Ivanovich. Ivan, filho de Ivan. Sem passado ou família, tudo o que precisa saber é que é russo. Por ele quase ter morrido pelo Tigre Branco no passado, ganhou a "habilidade" que os outros não tem de identificá-lo, encontrá-lo e é o único capaz de destruí-lo.
Mas não o destrói completamente, apenas o impossibilita de continuar lutando aquela guerra. E diz: "Pode demorar 20, 50, 100 anos, mas ele voltará".
E isso explica porque parece que o filme vira outro no final, depois que o Tigre Branco é ferido e "desaparece". E o discurso de Hitler sobre como toda a culpa cairia sobre ele, quando na verdade toda a Europa pensava igual.