Comfort Arthur narra suas tentativas de clarear sua pele para parecer-se com a Barbie Africana, de tons claros. Ela embarca em uma jornada que a faz questionar os ideais de beleza da sociedade e sua autoaceitação.
Este filme é um primoroso hino de auto-aceitação. O vi por acaso numa madrugada insone e fiquei apaixonado com a excelente justificação de seu título: a partir das memórias de rejeição à boneca titular, vamos compreendendo como valores imputados e artificiais de beleza são nocivos a quem ousa desafiar os estereótipos canhestros da indústria da moda. A narração é muito boa e a colagem dos desenhos é sublime. Pena que seja tão curto. Tomara que lancem uma versão dublada, a qualquer momento: as crianças brasileiras precisam ver e sentir isso! (WPC>)
Este filme é um primoroso hino de auto-aceitação. O vi por acaso numa madrugada insone e fiquei apaixonado com a excelente justificação de seu título: a partir das memórias de rejeição à boneca titular, vamos compreendendo como valores imputados e artificiais de beleza são nocivos a quem ousa desafiar os estereótipos canhestros da indústria da moda. A narração é muito boa e a colagem dos desenhos é sublime. Pena que seja tão curto. Tomara que lancem uma versão dublada, a qualquer momento: as crianças brasileiras precisam ver e sentir isso! (WPC>)