Antonio, um adotado coreano criado nos EUA, é forçado a enfrentar seu passado distante e o que isso significa para o seu próprio futuro e o da família, como ele de repente - e inesperadamente - enfrenta a deportação. Inspirada em fatos reais.
O filme expõe uma realidade problemática da questão legislativa norte americana sobre adoções de estrangeiros ocorridas antes do ano 2000 e suas consequências, muitas tristes, inclusive as de que muitos pais adotivos não cumprem os trâmites para que se conquiste a cidadania norte americana, isso é citado pelo advogado na reunião com ele.
Antonio mentiu, ocultou fatos e informações pra esposa, roubou, enfim, fez muita coisa errada, mas o pior foi ter se deparado com um ser execrável como aquele policial e ter o azar de ser perseguido por ele, porém, gostei da reação de Ace, o pai, diante dessa situação - foi bom quando ele levou Kathy até a viatura - e mais ainda da atitude dele no aeroporto, mostrou que se redimiu ante a filha.
Chon se saiu bem na direção, melhor do que muito do que se vê por aí. Embora previsível o desfecho, foi um pouco abrupto, só poderia ter sido mais explorado, assim como achei que a cena final forçou e passou um pouco do ponto, foi meio exagerada.
O filme expõe uma realidade problemática da questão legislativa norte americana sobre adoções de estrangeiros ocorridas antes do ano 2000 e suas consequências, muitas tristes, inclusive as de que muitos pais adotivos não cumprem os trâmites para que se conquiste a cidadania norte americana, isso é citado pelo advogado na reunião com ele.
Antonio mentiu, ocultou fatos e informações pra esposa, roubou, enfim, fez muita coisa errada, mas o pior foi ter se deparado com um ser execrável como aquele policial e ter o azar de ser perseguido por ele, porém, gostei da reação de Ace, o pai, diante dessa situação - foi bom quando ele levou Kathy até a viatura - e mais ainda da atitude dele no aeroporto, mostrou que se redimiu ante a filha.
Chon se saiu bem na direção, melhor do que muito do que se vê por aí.
Embora previsível o desfecho, foi um pouco abrupto, só poderia ter sido mais explorado, assim como achei que a cena final forçou e passou um pouco do ponto, foi meio exagerada.
Poderia muito bem ser a trama de uma realidade absurda e distópica, mas é apenas a legislação norte-americana.
Que país de merda, viu!
Um soco de realidade
O cara acabou com a Yamaha R6... que dó!