Enquanto atravessa um parque, Carlitos encontra Mabel, uma jovem da alta sociedade, que está sendo assaltada por dois homens, e os coloca em fuga. Agradecida, a jovem o convida para uma festa. Carlitos, que é garçom em um café de um bairro pobre, se faz passar por um conde, e chama a atenção dos convidados por suas trapalhadas e por sua vulgaridade.
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Segundo curta do Chaplin e ele divide a direção com a Mabel Normand, por isso a personagem dela tem até mais destaque do que o Carlitos, uma pena.
As sombrancelhas do patrão parecem as minhas. Carlitos de garçom brilha, colocando vadio abusado pra fora do recinto na marra, tentando se comportar bem entre os ricos e fracassando completamente, aliás na cena da festa tem um carinha que me lembrou muito o Orson Welles. Mabel Normand é uma gracinha, gosto dos filmes deles juntos, ela o ajudava muito fora das telas, apoiando sua carreira com produtores, incentivando diretores a contratá-lo, além de ter sido um baita suporte no início da carreira do Chaplin envolvendo direção e roteiro. O final infeliz e bagunçado é lindo.
Visto em 22/12/21
Humor politicamente incorreto de mais de 100 anos atrás. Ri demais na cena em que o garçom dá um coice no menino.
Esse tem o Chaplin de Carlitos de novo, mas o mais interessante pra mim foi que nesse filme o humor parece ter estado muito mais nos letreiros do que no filme em si?? E como ela está creditada também no roteiro, dou total valor pra isso <3 Os letreiros são geniais apenas cara. E sim, toda cena de bar e Cinderela ao reverso foi interessante hehe. Fora que tem um envolvimento da trilha - por duas vezes pelo menos focam nesta e infelizmente não dá pra saber exatamente o que tavam ouvindo, mas a piada é por esta. **Destaque pro catioro e fiquei rindo q nem retardada simplesmente pelo Chaplin ter pendurado a bengala no bolso da jaqueta, pq sou absolutamente dessas