eu sempre faço questão de festejar qualquer faísca de experimentalismo e pedacinho de ousadia vanguardista; então costumo louvar com muitos afetos essas colagens surrealistas-dadaístas e que, com alguma certeza, são imensamente laboriosas e uma porta aberta para zombarias políticas e uma janela para críticas certeiras às narrativas necrológicas e existencialmente apequenadoras; apesar do clima vertiginoso e fantasioso das colagens, é possível entrar numa dança irrefletida da coleção de imaginários e confusões entre a fotografia, realidade, as guerras e a morte; apesar de sermos modernos, a morte presente nas xilogravuras quatrocentistas nos afeta com mais armas atualmente... nesse sentido, a dança macabra ganhou novos ritmos e passos, novas figuras e possibilidades funerárias
eu sempre faço questão de festejar qualquer faísca de experimentalismo e pedacinho de ousadia vanguardista; então costumo louvar com muitos afetos essas colagens surrealistas-dadaístas e que, com alguma certeza, são imensamente laboriosas e uma porta aberta para zombarias políticas e uma janela para críticas certeiras às narrativas necrológicas e existencialmente apequenadoras; apesar do clima vertiginoso e fantasioso das colagens, é possível entrar numa dança irrefletida da coleção de imaginários e confusões entre a fotografia, realidade, as guerras e a morte; apesar de sermos modernos, a morte presente nas xilogravuras quatrocentistas nos afeta com mais armas atualmente... nesse sentido, a dança macabra ganhou novos ritmos e passos, novas figuras e possibilidades funerárias
Onde está o Buster?