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Duração
Michael (Ulrich Thomsen) é um militar dinamarquês exemplar, casado com Sarah (Connie Nielsen) e pai de duas filhas. Ele é enviado com sua tropa para uma missão da ONU no Afeganistão. Seu irmão Jannik (Nikolaj Lie Kaas), ao contrário, é a ovelha negra da família, recém-saído da prisão e com um histórico de irresponsabilidades. Logo ao chegar na zona de conflito o helicóptero de Michael é abatido e ele é dado como morto. Jannik, surpreendentemente, passa então a confortar a família do irmão, o que faz com que sua relação com Sarah ganhe um novo sentido. Mas Michael não morreu e quando ele retorna as coisas estão diferentes.
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Meu Deus, que filmaço!!! E pensar que paguei só R$ 1,99 na finada Vídeo Pérola.
Enfim, eu esperava um drama bem diferente (sim, eu esperava que
houvesse um romance tórrido entre a Sarah e o Jannik e que isso fosse o verdadeiro estopim para o conflito
P.S.: a Connie Nielsen sempre foi linda (até hoje, com mais de 60 anos), mas neste filme ela está magnética, deslumbrante.
Bom filme, que deixa um recado: por mais qualificado e completo que seja o treinamento militar, não assegura aos soldados o preparo completo para o enfrentamento das situações extremas e insanas que ocorrem nos campos de batalha, que depois, não sem frequência, levam o militar à loucura, ao alcoolismo, ao suicídio, à desagregação familiar. Nos casos em que o alistamento ou recrutamento de carreira for de livre escolha, a melhor escolha é ficar de fora. E a "luta por uma boa causa, para o país ou o mundo", qualquer que seja, não paga o preço de uma vida desgraçada.
Um dos grandes filmes de Susanne Bier.Época que a diretora conseguiu desenvolver bem romances com doses altíssimas de drama.Consegue comandar muito bem o trio protagonista e todos rendem momentos tensos.
>Assistido em 25 de Abril de 2022
Curiosamente assisti primeiro a refilmagem americana “Entre Irmãos” e já havia gostado bastante. A história é a mesma, a do exemplar pai de família que é militar e tem um irmão problemático. A vida dos irmãos muda quando o irmão mais bem sucedido vai até o Afeganistão numa missão de paz e algo de ruim acontece. Pesando na balança, os desempenhos dos protagonistas das duas versões estão num ótimo nível, e até achei que Tobey Maguire se superou na versão americana com uma atuação assombrosa. Mas esse por ser o primeiro (o original), além de ser mais um eficiente trabalho do sempre bom cinema dinamarquês, é tão bom quanto, então pra resumir existe um empate técnico entre os dois.
O elenco é ótimo, mas o filme é um grande clichê que só funciona (até a metade) graças a telentosíssima diretora Susanne Bier!! #cinemadinamarquês