Mohamed vive na área rural da Tunísia com sua esposa e dois filhos. O mundo deles está prestes a ser abalado quando o filho mais velho volta da Síria após uma longa jornada com uma mulher misteriosa que ele diz ser sua esposa.
Um filme interessante que, além de mostrar as diferenças culturais dentro do islamismo pra ocidentais, ainda cria uma trama bem desenvolvida, deixando claro que o rancor, o ego e o preconceito são sempre prejudiciais. Aqui exposto de uma forma extrema e lamentável...
"Brotherhood não é uma adaptação, mas é trabalhar com as mesmas matérias-primas de Sófocles e Sêneca - o desafio do pai, questões de honra, a incapacidade de se comunicar com entes queridos através da névoa da raiva e, em última análise, a traição. "
O filho deixou sua casa e aldeia para pegar em armas ao lado do Daesh na Síria (conhecido no Ocidente como ISIS). Como Joobeur observa em comunicações conosco, a Tunísia, após a derrubada do ditador Ben Ali em 2011, experimentou um grande surto de radicalização. Os tunisianos representam a maior proporção dos combatentes estrangeiros do ISIS na Síria. Munido desse contexto, é notável que um filme, de forma matizada, mergulhe nas relações sociais e familiares dos muçulmanos durante esta era de imensa turbulência.
Contar esse tipo de história não é simplesmente repetir o truísmo de que "ei, nem todos os muçulmanos são fundamentalistas religiosos" - aplicar esse nível de especificidade ao micro que está perfeitamente conectado ao macro é notável e, para uma coprodução canadense que sempre foi destinada a atingir um grande público no Ocidente, um serviço bem-vindo ao fornecer cor e contexto no combate à ignorância e ao outro. Entrelaçar temas clássicos no topo apenas promove esse objetivo e fornece um universalismo que é louvável. "
— Jason Sondhi, Ikhwène (Brotherhood) | Short of the Week
Esse o final foi tão chocante que eu fiquei sem reação. E o problema maior dentro das famílias segue sendo a falta de diálogo. E os homens sempre metendo os pés pelas mãos nessa mania besta de colocar seus egos e orgulhos acima de tudo. Gostei muito da acústica do curta, dos sons do vento e do mar.
Um filme interessante que, além de mostrar as diferenças culturais dentro do islamismo pra ocidentais, ainda cria uma trama bem desenvolvida, deixando claro que o rancor, o ego e o preconceito são sempre prejudiciais. Aqui exposto de uma forma extrema e lamentável...
"Brotherhood não é uma adaptação, mas é trabalhar com as mesmas matérias-primas de Sófocles e Sêneca - o desafio do pai, questões de honra, a incapacidade de se comunicar com entes queridos através da névoa da raiva e, em última análise, a traição. "
O filho deixou sua casa e aldeia para pegar em armas ao lado do Daesh na Síria (conhecido no Ocidente como ISIS). Como Joobeur observa em comunicações conosco, a Tunísia, após a derrubada do ditador Ben Ali em 2011, experimentou um grande surto de radicalização. Os tunisianos representam a maior proporção dos combatentes estrangeiros do ISIS na Síria. Munido desse contexto, é notável que um filme, de forma matizada, mergulhe nas relações sociais e familiares dos muçulmanos durante esta era de imensa turbulência.
Contar esse tipo de história não é simplesmente repetir o truísmo de que "ei, nem todos os muçulmanos são fundamentalistas religiosos" - aplicar esse nível de especificidade ao micro que está perfeitamente conectado ao macro é notável e, para uma coprodução canadense que sempre foi destinada a atingir um grande público no Ocidente, um serviço bem-vindo ao fornecer cor e contexto no combate à ignorância e ao outro. Entrelaçar temas clássicos no topo apenas promove esse objetivo e fornece um universalismo que é louvável. "
— Jason Sondhi, Ikhwène (Brotherhood) | Short of the Week
Colocou a família acima da humanidade
e a desumanidade levou sua família
Pesado, interessante, relevante, reflexivo
Esse o final foi tão chocante que eu fiquei sem reação.
E o problema maior dentro das famílias segue sendo a falta de diálogo.
E os homens sempre metendo os pés pelas mãos nessa mania besta de colocar seus egos e orgulhos acima de tudo.
Gostei muito da acústica do curta, dos sons do vento e do mar.