Constantinopla, 1910. Muitos cachorros vira-latas na rua. O recém-empossado governo, influenciado por um modelo ocidental de sociedade, chama especialistas europeus para se livrar dos cachorros, que vivem o exílio forçado, o abandono e o sofrimento.
Eles (os cães) não precisam entender quem são. Nós ("humanos") fingimos entender quem somos. E não temos competência para administrar nem as nossas contradições, quanto mais a Natureza... "Chienne d'Histoire " é poesia das mais amargas, uma espécie de ode ao mais vil dos predadores (e, em essência, perdedores). Arte nas imagens, nós na garganta, requiém para a espécie mais ridícula. Fantástica animação.
rapidamente me lembrou a graphic novel black dog: os sonhos de paul nash do dave mckean
Eles (os cães) não precisam entender quem são. Nós ("humanos") fingimos entender quem somos. E não temos competência para administrar nem as nossas contradições, quanto mais a Natureza... "Chienne d'Histoire " é poesia das mais amargas, uma espécie de ode ao mais vil dos predadores (e, em essência, perdedores). Arte nas imagens, nós na garganta, requiém para a espécie mais ridícula. Fantástica animação.
É odioso presenciar tamanha crueldade aos animais.
que arte linda! belíssimo e tristonho.
de uma beleza depressiva...