Só quem teve medo de ir a Manga na Infância vai entender perfeitamente esse excelente trabalho de Petrônio Lorena!
Existia um verdadeiro burburinho em torno desse brinquedo de parque de diversões (para adulto) que era muito intrigante!
Bom, mas deixando a nostalgia de lado... - A trilha sonora é incrível, o universo extremamente palatável, a fotografia maravilhosa e as interpretações verdadeiras.
Os versos cantados por DiMelo, ao final, são mais que providenciais. Em sua defesa da ressignificação acusadora da psicopatia, o filme denuncia justamente a retroalimentação dos discursos de ódio e de medo, prestando uma homenagem dúbia aos telejornais locais de cunho fortemente sensacionalista e antiético. Everaldo Pontes está ótimo em suas breves aparições e a montagem é um verdadeiro achado. Ri nalgumas seqüências, mas talvez tenha sido por desespero decorrente da identificação erotógeno-criminal advinda da solidão progressiva, decorrente de preconceitos longevos. Uma grata surpresa! (WPC>)
Ele é todo construído com base num regionalismo pernambucano, como Samir Habour Hana, o repórter (cujo nome me esqueci) do programa Isto é Remoso, Miró da Muribeca e mais algumas coisas.
Creio que poucos irão conseguir entender e sentir o que realmente a Monga e todo o filme representa para o nosso cenário, (PE).
Certamente, irão entender da crítica social (acho que posso dizer assim) que há na relação NÓS-MONGA. Ex.
João Paulo Sartre, "capitalismo que fez monstruosidades e agora ela se torna monstra"
Por ser um curta, normal as abordagens serem mais superficiais, mas justamente isso dá margem às pessoas refletirem com apenas "tiradas" dele. Acho massa, mas quem não conhece Pernambuco de verdade (olha que tem muita coisa, Geraldo Julio nem sabe o preço da passagem dos ônibus da RMR, rsss) ou tem uma sacada do que rola por essas cenas e adjacências, fica muito complicado. Mas vale a pena conhecer cada m² subjetivo e físico ;)
Só quem teve medo de ir a Manga na Infância vai entender perfeitamente esse excelente trabalho de Petrônio Lorena!
Existia um verdadeiro burburinho em torno desse brinquedo de parque de diversões (para adulto) que era muito intrigante!
Bom, mas deixando a nostalgia de lado...
- A trilha sonora é incrível, o universo extremamente palatável, a fotografia maravilhosa e as interpretações verdadeiras.
Ps.: Já peguei muito Bacurau!
Os versos cantados por DiMelo, ao final, são mais que providenciais. Em sua defesa da ressignificação acusadora da psicopatia, o filme denuncia justamente a retroalimentação dos discursos de ódio e de medo, prestando uma homenagem dúbia aos telejornais locais de cunho fortemente sensacionalista e antiético. Everaldo Pontes está ótimo em suas breves aparições e a montagem é um verdadeiro achado. Ri nalgumas seqüências, mas talvez tenha sido por desespero decorrente da identificação erotógeno-criminal advinda da solidão progressiva, decorrente de preconceitos longevos. Uma grata surpresa! (WPC>)
"pois até hoje, sem ter calma desencontro paga
no corre-corre, no desespero, nego até se mata
vocês, aí, tão me ouvindo, tenham calma!"
calma calma calma monga calma <3
Mesmo a monga sendo conhecida em quase todo o país, não serão todos que irão entender muitas partes do filme.
Ele é todo construído com base num regionalismo pernambucano, como Samir Habour Hana, o repórter (cujo nome me esqueci) do programa Isto é Remoso, Miró da Muribeca e mais algumas coisas.
Creio que poucos irão conseguir entender e sentir o que realmente a Monga e todo o filme representa para o nosso cenário, (PE).
Certamente, irão entender da crítica social (acho que posso dizer assim) que há na relação NÓS-MONGA. Ex.
João Paulo Sartre, "capitalismo que fez monstruosidades e agora ela se torna monstra"
Por ser um curta, normal as abordagens serem mais superficiais, mas justamente isso dá margem às pessoas refletirem com apenas "tiradas" dele.
Acho massa, mas quem não conhece Pernambuco de verdade (olha que tem muita coisa, Geraldo Julio nem sabe o preço da passagem dos ônibus da RMR, rsss) ou tem uma sacada do que rola por essas cenas e adjacências, fica muito complicado.
Mas vale a pena conhecer cada m² subjetivo e físico ;)
Banaca por ser uma história Regional ter ganhado um roteiro e gravação..