Um homem chega em sua casa de madrugada, depois de ter bebido muito. Ele pretende ir para a cama descansar, mas há vários "obstáculos" no caminho que o impedem de realizar seu intento.
Tem um início um pouco monótono, mas a partir do momento em que você entra no espírito daquilo que Chaplin queria fazer, substituindo as costumeiras pancadarias pela interação com o ambiente, o curta começa a funcionar e se transforma em uma das coisas mais inventivas feitas por Chaplin, sem precisar necessariamente de um roteiro (tanto que os letreiros, mesmo que inseridos para fazer alguma piada, são desnecessários). Amei a ideia dos tapetes.
Este filme tem a dinâmica de um jogo de video game dos anos 90: uma casa enorme como cenário, o personagem tendo que desviar de obstáculos para chegar ao objetivo, e frequentemente sendo forçado, por esses obstáculos, a retroceder um pouco no trajeto já percorrido.
Interessante, mas não me divertiu. Achei bem tedioso na verdade.
Artista demais! Chaplin é imortal.
Parece eu chegando em casa.
Tem um início um pouco monótono, mas a partir do momento em que você entra no espírito daquilo que Chaplin queria fazer, substituindo as costumeiras pancadarias pela interação com o ambiente, o curta começa a funcionar e se transforma em uma das coisas mais inventivas feitas por Chaplin, sem precisar necessariamente de um roteiro (tanto que os letreiros, mesmo que inseridos para fazer alguma piada, são desnecessários). Amei a ideia dos tapetes.
Obs: assisti com o nome "Uma da Madrugada".
Este filme tem a dinâmica de um jogo de video game dos anos 90: uma casa enorme como cenário, o personagem tendo que desviar de obstáculos para chegar ao objetivo, e frequentemente sendo forçado, por esses obstáculos, a retroceder um pouco no trajeto já percorrido.
Interessante, mas não me divertiu. Achei bem tedioso na verdade.