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Sinopse
Charlie olha diversos pares de amantes no parque e parodia um deles, abraçando uma árvore. Uma outra jovem pede ao namorado uma prova de amor, e ele rouba um relógio de bolso de um homem que está dormindo.
Primeira direção do Chaplin, tem alguns cortes bruscos na edição e muitas cenas que ele aperfeçoaria depois de alguns anos, chutes, pontapés, confusões, cambalhotas, é o estagio inicial da comédia característica do diretor.
Violentas confusões no parque com golpes, pontapés, quedas, porradarias que dão aula até hoje e, claro, muita malandragem envolvendo esse santo dos vagabundos, basicamente um vilão de esquete roubando o protagonismo para provocar anarquia. Primeira vez de Chaplin na direção, que começou ao lado de Joseph Maddern (não creditaram o cara), adoro esse absurdo dele atrapalhando os casais, furtando relógio, beijando árvore, dando em cima das moças enquanto inferniza seus pretendentes/namorados para no final jogar todos no lago. Primoroso, sem mais.
Os elementos-chave já estão lá: a zombaria envolvendo policiais, as compensações românticas que começam como zombarias invejosas, os quiproquós sociais (e até mesmo sociológicos). Mas este filme ainda não possui o desenvolvimento minuciosamente genial a que Chaplin nos acostumaria posteriormente: achei até difícil de acompanhar a trama, de tão chato que este curta-metragem é. Numa comédia, isso é imperdoável! (WPC>)
Eu, que estou mais acostumado com os trabalhos do Chaplin da década de 30, estranhei um pouco vê-lo fazendo um personagem mais malandro, com mais maldade... Acho que é nítido o quanto ele melhora nos trabalhos posteriores no quesito direção, atuação nem tanto. Mas vale por ser o primeiro trabalho dele na direção.
Primeira direção do Chaplin, tem alguns cortes bruscos na edição e muitas cenas que ele aperfeçoaria depois de alguns anos, chutes, pontapés, confusões, cambalhotas, é o estagio inicial da comédia característica do diretor.
Violentas confusões no parque com golpes, pontapés, quedas, porradarias que dão aula até hoje e, claro, muita malandragem envolvendo esse santo dos vagabundos, basicamente um vilão de esquete roubando o protagonismo para provocar anarquia. Primeira vez de Chaplin na direção, que começou ao lado de Joseph Maddern (não creditaram o cara), adoro esse absurdo dele atrapalhando os casais, furtando relógio, beijando árvore, dando em cima das moças enquanto inferniza seus pretendentes/namorados para no final jogar todos no lago. Primoroso, sem mais.
Os elementos-chave já estão lá: a zombaria envolvendo policiais, as compensações românticas que começam como zombarias invejosas, os quiproquós sociais (e até mesmo sociológicos). Mas este filme ainda não possui o desenvolvimento minuciosamente genial a que Chaplin nos acostumaria posteriormente: achei até difícil de acompanhar a trama, de tão chato que este curta-metragem é. Numa comédia, isso é imperdoável! (WPC>)
Visto em 21/12/21
Eu, que estou mais acostumado com os trabalhos do Chaplin da década de 30, estranhei um pouco vê-lo fazendo um personagem mais malandro, com mais maldade... Acho que é nítido o quanto ele melhora nos trabalhos posteriores no quesito direção, atuação nem tanto. Mas vale por ser o primeiro trabalho dele na direção.