Após um terrível acidente, Muriel decide nunca mais sair de casa. Leo, um ex-boxeador sem sorte é contratado para cuidar dela. Pouco a pouco, ele lhe ensina a redescubrir o lado bom da vida e o amor.
Realmente lembra Intocáveis, porém este primeiro é muito superior (um filme fantástico e nada sobrevalorizado). Já Cartagena, apesar de atuações interessantes e um cenário bonito, não prende tanto no romance como eu esperava. Acaba sendo um romance nota 6, mas longe de ser desprezável.
Interessante o fato de eu ser o primeiro a avaliar este filme aqui no site. Longe de ser um filme ruim, é quase impossível não pensar que L'homme de chevet pode ser o elo perdido que talvez tenha inspirado o sobrevalorizado Intouchables de 2011. Até porque o roteiro acaba resvalando, não tanto como o sucessor, na comédia. Entretanto o faz de forma muito mais sutil e sensível. Um drama denso, de ritmo um pouco arrastado mas que acaba funcionando. As citações de Rimbaud, Bukowski e outros escritores agradavelmente não soam pedantes e ajudam a refletir o tema do amor incondicional e puro e de como ele pode surgir onde menos se espera. Vale pela leveza da atuação da bela Sophie Marceau (007 - The World is Not Enough - 1999 e Braveheart - 1995) e pela oportunidade de ver Lambert em um papel tão diverso do usual. Além disso, Cartagena propicia um cenário único e belíssimo, retratado com maestria por Antoine Roch. Único longa sob a batuta de Alain Monne, para ser apreciado com um bom vinho e em boa companhia.
Filme honesto no que se prepõe.
Bonito, simples e despretencioso...
Onde eu acho esse filme???
Realmente lembra Intocáveis, porém este primeiro é muito superior (um filme fantástico e nada sobrevalorizado). Já Cartagena, apesar de atuações interessantes e um cenário bonito, não prende tanto no romance como eu esperava. Acaba sendo um romance nota 6, mas longe de ser desprezável.
bom filme ,ótimas atuações de Sophie Marceau e Christopher Lambert
Interessante o fato de eu ser o primeiro a avaliar este filme aqui no site. Longe de ser um filme ruim, é quase impossível não pensar que L'homme de chevet pode ser o elo perdido que talvez tenha inspirado o sobrevalorizado Intouchables de 2011. Até porque o roteiro acaba resvalando, não tanto como o sucessor, na comédia. Entretanto o faz de forma muito mais sutil e sensível. Um drama denso, de ritmo um pouco arrastado mas que acaba funcionando. As citações de Rimbaud, Bukowski e outros escritores agradavelmente não soam pedantes e ajudam a refletir o tema do amor incondicional e puro e de como ele pode surgir onde menos se espera. Vale pela leveza da atuação da bela Sophie Marceau (007 - The World is Not Enough - 1999 e Braveheart - 1995) e pela oportunidade de ver Lambert em um papel tão diverso do usual. Além disso, Cartagena propicia um cenário único e belíssimo, retratado com maestria por Antoine Roch. Único longa sob a batuta de Alain Monne, para ser apreciado com um bom vinho e em boa companhia.