O retorno de uma filha ausente à cidade onde ela nasceu, com medo de uma crise mental de sua mãe bipolar, é o gatilho para essa reaproximação familiar.
Ainda que o documentário não seja brilhante tecnicamente, ele tem altíssima relevância pelas nuances que revela.
Me identifiquei em diversos aspectos, tanto no que concerne ao pragmatismo e inflexibilidade quanto à ausência de afeto e as explosões constantes sem motivos aparentes. Ter uma mãe bipolar de fato não é nada fácil, pra ambas as partes. Grande trabalho!
visceral e brutal, eu diria. e belo também.
Ainda que o documentário não seja brilhante tecnicamente, ele tem altíssima relevância pelas nuances que revela.
Me identifiquei em diversos aspectos, tanto no que concerne ao pragmatismo e inflexibilidade quanto à ausência de afeto e as explosões constantes sem motivos aparentes. Ter uma mãe bipolar de fato não é nada fácil, pra ambas as partes.
Grande trabalho!
arquivos implacáveis, a memória como analgesia e a morte como distanciamento.