No final das contas o grande público, que assim como eu mal entende sobre como é a produção de um filme, não se dá conta de quanta gente é necessária para fazer aquilo funcionar. A gente até imagina, é verdade, mas acabamos por supervalorizar atores e diretores (vez ou outra roteiristas), em detrimento a uma quantidade absurda de pessoas extremamente necessárias, que trabalham com afinco para que tudo aconteça.
Casting By foca nos nada badalados diretores de elenco, dando ênfase na carreira de Marion Dougherty e o quanto ela contribui com o cinema, mesmo possuindo como único prestígio uma notinha de rodapé nos créditos, ignorada pelo público assim que acendem a luz da sala de projeção.
É interessante também o questionamento levantado a respeito de premiações para diretores de elenco, se deveriam ou não existir. As reações a esta pergunta variam da aceitação às respostas duras e cínicas. No final das contas, a conclusão a que cheguei é que um projeto com potencial, na maioria das vezes, se torna memorável por uma sinergia das partes. Sendo assim, a pergunta que fica é: Pra quem diabos deveriam ir os créditos, afinal?
No final das contas o grande público, que assim como eu mal entende sobre como é a produção de um filme, não se dá conta de quanta gente é necessária para fazer aquilo funcionar. A gente até imagina, é verdade, mas acabamos por supervalorizar atores e diretores (vez ou outra roteiristas), em detrimento a uma quantidade absurda de pessoas extremamente necessárias, que trabalham com afinco para que tudo aconteça.
Casting By foca nos nada badalados diretores de elenco, dando ênfase na carreira de Marion Dougherty e o quanto ela contribui com o cinema, mesmo possuindo como único prestígio uma notinha de rodapé nos créditos, ignorada pelo público assim que acendem a luz da sala de projeção.
É interessante também o questionamento levantado a respeito de premiações para diretores de elenco, se deveriam ou não existir. As reações a esta pergunta variam da aceitação às respostas duras e cínicas. No final das contas, a conclusão a que cheguei é que um projeto com potencial, na maioria das vezes, se torna memorável por uma sinergia das partes. Sendo assim, a pergunta que fica é: Pra quem diabos deveriam ir os créditos, afinal?