Lady Alyce (Joan Fontaine) deve se casar em breve, e os funcionário do Tottney Castel fazem apostas sobre quem ela vai escolher. Ela vai a Londres para escolher seu pretendente e acaba conhecendo um dançarino americano em férias.
Comédia romântica musical da RKO Radio Pictures indicado a 2 categorias no Oscar: melhor direção de arte e vencedor de melhor coreografia. O filme foi vagamente baseado em P.G. Wodehouse (1881-1975), como o romance homônimo de Wodehouse de 1919 e a peça teatral de 1928. Classificado como um musical de Hollywood com temática inglesa. Todos os membros do elenco inglês moravam nos EUA na época da produção. Este filme é a refilmagem da comédia muda A damsel in distress (19).
Quando Fred Astaire (1899-1987) soube que Gracie Allen (1895-1964) estava nervosa por dançar com ele no palco, ele fez questão de tropeçar e cair na frente dela no primeiro dia no set para deixá-la à vontade. Foi o 1° filme do ator na RKO sem Ginger Rogers. O 1° filme de Fred Astaire a perder dinheiro nas bilheterias - apesar da música de George Gershwin e de George Burns (1896-1996) e Gracie Allen serem as principais estrelas do rádio na época. A estreia de Dorothy Barrett (1917-2018).
Bem dirigido, mas um pouco exagerado, com seu enredo de Wodehouse e simulações de inglês, o resultado seria questionável, exceto por uma rica trilha sonora de Gershwin (1898-1937). Alguns números de danças tem coreografias bonitas e bem feitas, sobretudo quando Astaire está sozinho. Não é dos melhores do carismático ator/dançarino, mas não deixa de ser um bom passatempo.
Não é um dos filmes mais badalados do Fred Astaire e nem um dos que tenha os melhores números musicais, mas mesmo assim gostei muito. Adoro filmes despretensiosos. Depois que aprendi que nem todo filme precisa ser uma obra de arte pra gente gostar, me senti mais feliz em ver qualquer tipo de filme. Foi uma graça ver Joan Fontaine dançando com Fred Astaire. Fiquei com medo dela fazer a Joan Crawford (que pra mim ela dançando parece um PC Travando) e dançar parecendo um robô, mas não. O único número musical da dupla é de uma graciosidade tremenda, gostei muito. Não foi bem recebido na época, pois o povo tinha recalque do fim da parceria com Ginger (ainda fariam juntos mais um filme algum tempo depois). Povo besta, perderam a chance de apreciar um filme bem leve e descompromissado, que cumpre bem sua promessa de entreter.
Comédia romântica musical da RKO Radio Pictures indicado a 2 categorias no Oscar: melhor direção de arte e vencedor de melhor coreografia. O filme foi vagamente baseado em P.G. Wodehouse (1881-1975), como o romance homônimo de Wodehouse de 1919 e a peça teatral de 1928. Classificado como um musical de Hollywood com temática inglesa. Todos os membros do elenco inglês moravam nos EUA na época da produção. Este filme é a refilmagem da comédia muda A damsel in distress (19).
Quando Fred Astaire (1899-1987) soube que Gracie Allen (1895-1964) estava nervosa por dançar com ele no palco, ele fez questão de tropeçar e cair na frente dela no primeiro dia no set para deixá-la à vontade. Foi o 1° filme do ator na RKO sem Ginger Rogers. O 1° filme de Fred Astaire a perder dinheiro nas bilheterias - apesar da música de George Gershwin e de George Burns (1896-1996) e Gracie Allen serem as principais estrelas do rádio na época. A estreia de Dorothy Barrett (1917-2018).
Bem dirigido, mas um pouco exagerado, com seu enredo de Wodehouse e simulações de inglês, o resultado seria questionável, exceto por uma rica trilha sonora de Gershwin (1898-1937). Alguns números de danças tem coreografias bonitas e bem feitas, sobretudo quando Astaire está sozinho. Não é dos melhores do carismático ator/dançarino, mas não deixa de ser um bom passatempo.
Gosto mto de F. Astaire e J. Fontaine, 1 ★ p/ cada, mas infelizmente ñ me causam afeição como parceiros na dança....
Não é um dos filmes mais badalados do Fred Astaire e nem um dos que tenha os melhores números musicais, mas mesmo assim gostei muito. Adoro filmes despretensiosos. Depois que aprendi que nem todo filme precisa ser uma obra de arte pra gente gostar, me senti mais feliz em ver qualquer tipo de filme. Foi uma graça ver Joan Fontaine dançando com Fred Astaire. Fiquei com medo dela fazer a Joan Crawford (que pra mim ela dançando parece um PC Travando) e dançar parecendo um robô, mas não. O único número musical da dupla é de uma graciosidade tremenda, gostei muito. Não foi bem recebido na época, pois o povo tinha recalque do fim da parceria com Ginger (ainda fariam juntos mais um filme algum tempo depois). Povo besta, perderam a chance de apreciar um filme bem leve e descompromissado, que cumpre bem sua promessa de entreter.