A colaboração com o Arquivo Central da Universidade Federal de Sergipe rendeu um conjunto de imagens muito bonitas, retrabalhadas pelo viés experimental e existencial da diretora, que sobrepõe as próprias reflexões sobre o seu cotidiano enquanto mulher pensante às manipulações visuais que, mais uma vez, lembram os curtas-metragens de Maya Deren. Talvez passe muito mais rápido do que se pretenda (visto que há um convite em primeira pessoa à auto-investigação sobre os efeitos do tempo), mas revela a progressão da sensibilidade da jovem realizadora. (WPC>)
A colaboração com o Arquivo Central da Universidade Federal de Sergipe rendeu um conjunto de imagens muito bonitas, retrabalhadas pelo viés experimental e existencial da diretora, que sobrepõe as próprias reflexões sobre o seu cotidiano enquanto mulher pensante às manipulações visuais que, mais uma vez, lembram os curtas-metragens de Maya Deren. Talvez passe muito mais rápido do que se pretenda (visto que há um convite em primeira pessoa à auto-investigação sobre os efeitos do tempo), mas revela a progressão da sensibilidade da jovem realizadora. (WPC>)