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Outros títulos
Cinderela - Brasil
Cinderella - Reino Unido
Sinopse
Cinderela é maltratada pela sua madrasta, mas consegue ir para o baile real com a ajuda da fada madrinha. Um conto mágico de Charles Perrault retratado deslumbrantemente pelo talentoso Méliès. Uma das primeiras versões de uma fabula eterna.
melhor que algumas versões atuais da cinderella que eu ja vi por ai incrivel o que ele conseguiu fazer com a camera parada, cenários minusculos e sem diálogos
Eu não sabia da existência desse e nem que precisava tanto assistir, salvou demais meu sábado. Uma alegria imensa ter acesso aos tesouros da humanidade!
Mais uma obra de arte do Mestre Georges Méliès, que conseguiu sintetizar em 6 minutos a essência da estória da Gata Borralheira - o Baile da Meia-Noite -, inclusive sendo considerado o primeiro filme a usar sem problemas uma técnica de desaparecimento de uma fase para ir para outra (fade). Algo fabuloso para o ano de 1899.
A minha paixão por contos de fadas começou bastante cedo, confesso, mais precisamente a partir do momento em que eu conheci o fascinante universo das clássicas animações de Walt Disney – gênio imortal e criador personagens icônicos da cultura pop.
Disto isto, eu fiquei encantado (quase como a “Cinderella”, por sinal) ao ter descoberto e, consequente, assistido a primeira adaptação homônimo da minha princesa favorita, a sofredora “Gata Borralheira”, que virou um dos maiores símbolos de bravura, determinação e fé existentes num personagem da Literatura Mundial.
O curta é bobinho, mas trás uma visão um pouco diferente daquela que muitos, por anos, já estavam acostumados a respeito da bela jovem “Cinderella”. Não é ruim, mas também não uma grande obra das adaptações literárias.
melhor que algumas versões atuais da cinderella que eu ja vi por ai
incrivel o que ele conseguiu fazer com a camera parada, cenários minusculos e sem diálogos
Que ratão kkk.
Em apenas 5 minutos, Méliès faz uma linda representação de Cinderela, é bonito e muito bem estruturada.
Os ratos crescendo me rendeu boas risadas
Eu não sabia da existência desse e nem que precisava tanto assistir, salvou demais meu sábado. Uma alegria imensa ter acesso aos tesouros da humanidade!
Mais uma obra de arte do Mestre Georges Méliès, que conseguiu sintetizar em 6 minutos
a essência da estória da Gata Borralheira - o Baile da Meia-Noite -, inclusive sendo considerado o primeiro filme a usar sem problemas uma técnica de desaparecimento de uma fase para ir para outra (fade). Algo fabuloso para o ano de 1899.
A minha paixão por contos de fadas começou bastante cedo, confesso, mais precisamente a partir do momento em que eu conheci o fascinante universo das clássicas animações de Walt Disney – gênio imortal e criador personagens icônicos da cultura pop.
Disto isto, eu fiquei encantado (quase como a “Cinderella”, por sinal) ao ter descoberto e, consequente, assistido a primeira adaptação homônimo da minha princesa favorita, a sofredora “Gata Borralheira”, que virou um dos maiores símbolos de bravura, determinação e fé existentes num personagem da Literatura Mundial.
O curta é bobinho, mas trás uma visão um pouco diferente daquela que muitos, por anos, já estavam acostumados a respeito da bela jovem “Cinderella”. Não é ruim, mas também não uma grande obra das adaptações literárias.