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O filme, que mistura teatro, documentário e drama, encena uma versão livre da peça "Julius Caesar", de Shakespeare, onde os atores são detentos da ala de segurança máxima da prisão de Rebibbia, na Itália.
Filme vencedor do Urso de Ouro da Berlinale 2012.
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Penso que a concepção é brilhante, introduzir um filme numa intersecção do que é filme documentário com teatro e com cinema propriamente dito. De certa forma me lembrou alguns trabalhos do Alain Resnais e não por menos Cesar Deve Morrer sofre dos mesmos problemas que alguns trabalhos do diretor francês, brilhante na premissa mas um grande porre para quem não é fã de teatro ou mesmo de Shakespeare.
Um dos últimos e melhor trabalho dos Taviani.Consegue extrair boas apresentações de gente que nunca atuou antes e temos bons desfechos.
>Assistido em 17 de Fevereiro de 2025
Um filme totalmente teatral , conta uma peça de teatro de Shakespeare, filme diferente , se passa num presídio., os atores são os próprios presos , inclusive bons atores , é algo inovador , mas nada de especial .
Vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim. O filme é muito bom e só fortaleceu minha convicção contra a prisão perpétua que mantenho desde que assisti O Homem de Alcatraz. Pessoas mudam, evoluem e a frase final deste filme simplesmente me tirou lágrimas. Só achei que o diretor abrir mão de entrar de cabeça na ideia de um documentário empobrece o filme, você fica querendo saber mais sobre os detentos, coisa que poderia ser facilmente proporcionada com pequenas entrevistas ou depoimentos entre cenas da película. O interessante do filme é ver como a arte mudou a vida dos detentos, então nada mais justo que o filme desse mais voz para que eles nos contassem um pouco disso mais diretamente. Gostei bastante, recomendadíssimo! Como é lindo ver Paulo Freire tão vivo na arte, pois acredito que só a educação libertará o ser humano.
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So pelo fato de que os atores são prisioneiros reais, já vale ser assistido!