Em um mundo em chamas, uma enfermeira grávida de sete meses lida com uma crescente ansiedade enquanto se vê, aos poucos, atraída por uma fiel da igreja pentecostal e por sua comunidade.
Logo no começo, ouvimos a voz ímpar de Gilda Nomacce em meio aos convidados da protagonista. Pena que ela não tenha mais oportunidades de aparecer, mas, felizmente, a atriz principal é ótima: muito firme em sua instabilidade emocional, o que é valorizado pelo roteiro bem construído - em seu perene suspense, amparado por atrozes situações do cotidiano - e pela direção sagaz. A seqüência que justifica o título é incrível e, corajosamente, a diretora ousou depositar alguma esperança naquele desfecho á beira de uma distopia real. Ótimo! (WPC>)
Muito bom e pontual. Não consegui dar nota, mas seria 3,5/5
Uma crônica deste tempo sombrio que paira sobre o Brasil.
Acabou de ser premiado em Cannes
Como eu adoro essa parte do cinema!
Logo no começo, ouvimos a voz ímpar de Gilda Nomacce em meio aos convidados da protagonista. Pena que ela não tenha mais oportunidades de aparecer, mas, felizmente, a atriz principal é ótima: muito firme em sua instabilidade emocional, o que é valorizado pelo roteiro bem construído - em seu perene suspense, amparado por atrozes situações do cotidiano - e pela direção sagaz. A seqüência que justifica o título é incrível e, corajosamente, a diretora ousou depositar alguma esperança naquele desfecho á beira de uma distopia real. Ótimo! (WPC>)