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Data de lançamento
12 Fev. 2019Duração
Em 1943, mais e mais pacientes são admitidos no Berlim Charité devido à Segunda Guerra Mundial. O hospital ainda é considerado um ponto focal da medicina, mas a equipe está dividida, pois alguns membros não apóiam o regime, enquanto outros são fiéis seguidores do governo. Um dos médicos mais conhecidos da Charité é Ferdinand Sauerbruch, um cirurgião que trabalha lá desde 1928. Ele se tornou mundialmente famoso na década de 1930 por desenvolver técnicas cirúrgicas inovadoras que diminuíram muito os riscos das operações na época. Ele também foi o responsável por inventar novos tipos de próteses que melhoravam a mobilidade do músculo remanescente do paciente. Ele parece se tornar cada vez mais crítico do regime nazista com o progresso da Segunda Guerra Mundial, o que o faz entrar em conflito com vários de seus colegas. Um deles é Max de Crinis, psiquiatra. Ele é um membro de alto escalão da SS que apoia muito o governo. Ao contrário de Sauerbruch, De Crinis também é um ávido defensor dos programas de eutanásia do país, alguns dos quais realizados na Charité.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
É uma série muito bem produzida, gostei muito da história se passar num hospital contando a vivência deles durante o nazismo. O casal gay (que são dois fofos) e como era tratado na época. A crueldade com as crianças deficientes. E que felizmente tinham pessoas arriscando suas vidas contra essa ideologia absurda que governava a Alemanha.
Confesso que só assisti a série porque me tornei fã do Jannik Schümann, que além de lindo é um ótimo ator. Procurei por MUITO tempo a série na internet e por legendas, até que encontrei umas traduções para inglês que quebraram o galho. Como eles falam muito rápido, tem que ficar MUITO atento pra entender tudo (além de precisar tem um pouco de conhecimento da história da segunda guerra mundial pra entender todo o contexto).
Apesar de ser um pouco corrida a história do Otto Marquardt (Jannik Schümann), principalmente quando desenvolvem a sexualidade dele e a história com o Martin Schelling (Jacob Matschenz), eu gostei bastante de terem trago esse tema para a série, visto que até hoje li pouquíssimo material sobre homossexuais durante a segunda guerra mundial. Eles formaram um casal tão fofo que fiquei querendo ver mais deles. Quando a cidade tá sendo bombardeada e eles estão escondidos, juntinhos, dá um aperto no coração e ao mesmo tempo um sentimento de "como são fofos". Imagino que pra quem era homossexual e conseguiu passar por essa guerra, deve ter sido MUITO difícil.
Achei muito doloroso também o jeito que tratavam as crianças com doenças mentais e etc. Quando uma mãe tem uma consulta com a Anni e insiste em mandar a filha pra uma instituição (que claramente fazia experimento com as crianças), me doeu muito. Me doeu MUITO a série inteira saber que tinha gente que super apoiava os nazis. Eu fiquei com um ódio TREMENDO da enfermeira que denunciou o Martin e o Otto, inclusive. Não achei a morte merecida, mas achei triste sim.
Sobre a série em si, não vi a primeira temporada, mas por serem histórias diferentes e com diferentes atores, não senti necessidade. O roteiro se perde um pouco (as vezes se apressa demais em contar algumas histórias também), mas foi muito bom ver um projeto da Alemanha, sobre a Segunda Guerra (e ainda ter o Jannik na série rs ♥).