O maior problema do início dessa temporada, para mim, é que a série achou que seria bom introduzir um "vilão", que seria o TVCC, como se eles fossem o único grupo competitivo e que falasse mal do time da primeira temporada (Navarro), quando na verdade, ambos os times tem atitudes bem similares. Por exemplo, bem incício temos a impressão de que os técnicos da TVCC são desrespeitosos com os da Navarro, mas depois vemos que eles todos se conversam e trocam ideias sem animosidade. Mostraram tão pouco e superficialmente os atletas da TVCC (e até os novos da Navarro) que ao fim o espectador não se conecta com ninguém que não apareceu na primeira temporada.
Acho que quando o diretor percebeu o impacto que a primeira temporada teve na vida daquelas pessoas, pensou melhor e passou a tentar mostrar o pessoal da TVCC de forma mais humanizada e empática (minha teoria). Também achei importante eles terem episódios abordando esse impacto e a responsabilidade que a série teve em expor esse pessoal.
Tem um artigo excelente sobre essa dinâmica e sobre a representação das duas instituições na série no site da Vulture, que vale a pena ler para quem curiu a série: "Trinity Valley Deserved Better From Cheer".
Achei engraçado os "Bananas", embora a atitude deles seja bem problemática, beirando homofobia. Eles se apresentando numa igreja, também achei meio doido (eles são líderes de torcida, não tinha nenhum jogo para eles se apresentarem?).
Até agora, na segunda temporada, eu fico besta como um esporte que eu não tenho contato resultou em uma série tão capaz de me deixar nervoso, emocionado e atento a cada episódio. "Cheer" continua, acima de tudo, uma série documental focado no humano, nos sentimentos e longe do sensacionalismo - apesar de tudo o que aconteceu de polêmico. E o final é bem, bem bonito. Para mim, os últimos 20 minutos do último capítulo forma uma catarse, sabe? Oito episódios tensos, em meio a uma pandemia, em meio ao horror das denúncias, que desembocaram na redenção geral. Bem bonito.
P.S: não gostei da atitude do pessoal da TVCC de "nós somos tudo, eles são zero!" e "f*dam-se eles!". Achei bem desportivo ao longo da série.
O maior problema do início dessa temporada, para mim, é que a série achou que seria bom introduzir um "vilão", que seria o TVCC, como se eles fossem o único grupo competitivo e que falasse mal do time da primeira temporada (Navarro), quando na verdade, ambos os times tem atitudes bem similares. Por exemplo, bem incício temos a impressão de que os técnicos da TVCC são desrespeitosos com os da Navarro, mas depois vemos que eles todos se conversam e trocam ideias sem animosidade. Mostraram tão pouco e superficialmente os atletas da TVCC (e até os novos da Navarro) que ao fim o espectador não se conecta com ninguém que não apareceu na primeira temporada.
Acho que quando o diretor percebeu o impacto que a primeira temporada teve na vida daquelas pessoas, pensou melhor e passou a tentar mostrar o pessoal da TVCC de forma mais humanizada e empática (minha teoria). Também achei importante eles terem episódios abordando esse impacto e a responsabilidade que a série teve em expor esse pessoal.
Tem um artigo excelente sobre essa dinâmica e sobre a representação das duas instituições na série no site da Vulture, que vale a pena ler para quem curiu a série: "Trinity Valley Deserved Better From Cheer".
Achei engraçado os "Bananas", embora a atitude deles seja bem problemática, beirando homofobia. Eles se apresentando numa igreja, também achei meio doido (eles são líderes de torcida, não tinha nenhum jogo para eles se apresentarem?).
Acabei de ver que esse ano (2024), a TVCC ganhou de novo.
No mais, eu acho essas competições de cheerleading um surto, literalmente só importa para esse pessoal, mas ainda assim é divertido de assistir.
Até agora, na segunda temporada, eu fico besta como um esporte que eu não tenho contato resultou em uma série tão capaz de me deixar nervoso, emocionado e atento a cada episódio. "Cheer" continua, acima de tudo, uma série documental focado no humano, nos sentimentos e longe do sensacionalismo - apesar de tudo o que aconteceu de polêmico. E o final é bem, bem bonito. Para mim, os últimos 20 minutos do último capítulo forma uma catarse, sabe? Oito episódios tensos, em meio a uma pandemia, em meio ao horror das denúncias, que desembocaram na redenção geral. Bem bonito.
P.S: não gostei da atitude do pessoal da TVCC de "nós somos tudo, eles são zero!" e "f*dam-se eles!". Achei bem desportivo ao longo da série.
Perfeito, como sempre! Sem sombra de dúvidas é a melhor série de cheerleading. Sem mas nem mais.
Mônica rainha, o resto nadinha.
Excelente, o roteiro está perfeito, tem mais drama, suspenses... eu adorei.