Henggo
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Últimas opiniões enviadas

  • Henggo
    2 horas atrás

    Um grande filme que, para mim, foi se perdendo ao longo do percurso. Ouso dizer que eu editaria FÁCIL os 15 minutos finais para agilizar a entrada do que realmente importa: a cena final "de verdade". Algo que notei é como a trama funcionou para mim enquanto estava na parte da sedução vampírica, ancestralidade, misticismo, música, blues... F*DA! Mas aí, quando entra a ação... Logo pensei:

    "Ah, não! Virou um filme qualquer..."

    Entende o ponto? O longa te promete uma coisa com aquele começo, algo mais misterioso, uma penumbra, com todo o jogo musical — a cena do Pastorzinho tocando 🤯🤯🤯 Caraca! Só que descamba pro comum, mais do mesmo, zona de conforto.

    Não é ruim. Particularmente, achei melhor do que o porre do "Uma Batalha Após a Outra". Contudo, a narrativa foi me perdendo a medida em que se aproximava do "fim" — ainda bem, teve um fôlego depois.

    Agora, Michael B. Jordan. O que é isso, meu filho? Impressionante. E a trilha sonora (soundtrack) estupenda. Entre trancos e barrancos, valeu a pena. Terminei inspirado.

  • Henggo
    1 mês atrás

    Eu gostei especialmente de dois pontos. Primeiro, a tensão. Nossa, como eu fiquei tenso! Desde a primeira cena, já existe um clima estranho. O escalonamento da situação, a sucessão de erros da diretoria, a noção de que aquilo virou um barril de pólvora... Em certo momento, percebi que eu estava na ponta da cadeira, com a testa franzida e segurando a respiração. Pela Carla, é claro, mas também por já ter testemunhado casos semelhantes ao meu redor.

    Para mim, foi uma dor palpável.

    Em segundo lugar, preciso destacar o silêncio do filme. Em muitas cenas, o diretor aposta no olhar, no suspiro, na completa mudez. Como sempre insisto no campo da escrita criativa, nunca devemos esquecer que os silêncios contam tantas — ou até mais — histórias que o texto ali presente. Aqui, em “A Sala dos Professores”, o que encontrei foi a personalidade desses personagens, alimentada pelas entrelinhas e pelo subtexto presente na trama.

    Isso possui uma riqueza incomparável.

    No final das contas, creio que, apesar do contexto alemão, este é o tipo de filme que conversa com muitos de nós — ouso até dizer com todos. Lembro-me de uma entrevista da icônica Elke Maravilha em que ela disse algo que ficou gravado em minha mente: “Escola é para instruir; educação se aprende em casa”. Eu vivenciei e vivencio isso na prática e, de certo modo, o filme toca exatamente nessa ferida.

  • Henggo
    1 mês atrás

    Confesso que fiquei p*** de raiva ao pensar que gastei R$20 alugando esse filme. Sinceramente, não funcionou para mim. Algo que sempre falo em relação aos livros é que, se você pega uma obra, lê alguns capítulos, pulas uns 5 ou 6, e a história continua a fazer sentido, significa que aquela narrativa tem o que chamamos de "barriga": informações que só estão ali para fazer volume. Em um filme, quando você enche o saco depois de 1 hora assistindo, pula 40 minutos, e a história continua a fazer sentido como se você não tivesse perdido nada, é um grande indício de que há algo estranho nessa narrativa.

    Foi o que vivenciei aqui.

    Tudo bem, não posso ser hipócrita de não enaltecer a parte técnica. Nesse sentido, é um filme absurdo, sem dúvida. A cena da perseguição é diferenciada e gera tensão. Na minha opinião fecal, entra fácil para o rol de cenas icônicas do cinema. Agora, minha imersão ficou restrita a isso.

    Beleza, as atuações são boas, mas Leonardo DiCaprio não me desce. Sério. Não consigo vê-lo em um papel que não seja... o Leonardo DiCaprio! Todos os personagens são as mesmas expressões, a mesma passada de mão no cabelo, o mesmo olho tremendo, a mesma suspirada... De fato, creio que boa parte do meu ranço com o filme veio dele. Por sorte, tive Sean Penn, Benicio Del Toro e Chase Infiniti para dar uma balanceada, senão, se o filme fosse só ele, só sendo um urso para aguentar — opa, já tivemos essa experiência, não?

    Funciona como sátira? Funciona. Ainda mais em um país que está flertando com uma autocracia, "Uma Batalha Após a Outra" é uma provocação que mostra ao mundo — e aos próprios estadunidenses — a m*rda que está acontecendo nos Estados Unidos. Porém, a meu ver, mesmo esse ponto positivo meio que se perdeu devido ao problema narrativo que citei acima.

    No fim das contas, na minha experiência, soou como um filme com uma proposta f*da que se perdeu ao tentar fazer algo épico.

    editado
  • 斎藤健介・ 3 anos atrás

    Acabei de assistir A Baleia e li sua resenha. Já estava emocionado, fiquei ainda mais. Achei fantástica a honestidade da sua visão.

  • magali 5 anos atrás

    Caramba, nunca tinha pensado por esse lado. Se por um acaso vc ler as obras do Nietzsche, aposto que odiaria o conceito dele de super-homem tbm.

    Depois vou assistir ambos shuauauahauq

    E CARAMBA jdhsiahaiaya
    Eu sou colunista e pretendo cursar jornalismo, é uma honra conhecer jornalistas sz

    Desejo sucesso a você em todos esses âmbitos e se quiser divulgar seu trabalho, fique à vontade

  • magali 5 anos atrás

    Eu nunca assisti muito filmes de super-herói (não tenho nada contra, mas nada a favor, até o momento), às vezes gosto de alguns, mas nunca realmente peguei pra assistir

    Pq vc não gosta?

    Eu também adoro curtas, tenho duas listas com alguns e pretendo ter mais, gosto de procurar coisa nesse estilo (quais são os seus favoritos?)

    E você escreve livros?