Henggo
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Últimas opiniões enviadas

  • Henggo
    1 semana atrás

    Amei a metáfora sobre o modo como o capitalismo nos consome, seduz, mas, no fundo, só quer nos f*der. Narrativamente, isso chamou muito a minha atenção. Algo que sempre insisto nas aulas de escrita é que as pessoas precisam dar camadas, entrelinhas, subtextos para o que escrevem. Portanto, foi o que encontrei aqui. Agora, pensando pelo lado da dinâmica do filme, confesso que eu fiquei com eles até por uns 2/3 do longa. Depois, eu comecei a pensar:

    "Hum, isso tá indo para um lado óbvio..."

    Ouso dizer (querendo dar uma de editor de filme, veja só! KKKKKKKK) que parte disso foi por causa do final.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Eu preferia que tivesse acabado quando ela dá uma tacada de golfe na cabeça do Bradley. Seria massa! Aí, subiriam os créditos e, só depois, quase no final de tudo, antes de aparecer os nomes dos dubladores, aí sim entraria a cena dela recuperada.

    Simbolicamente, creio que isso também seria uma mensagem de "essas corporações querem que você consuma tudo rápido, mas, para quem espera e silencia, há um bônus para a vida" — que seria, aí sim, aquela mensagem final.

    Apesar desse detalhe, eu me diverti muito. Linda é uma personagem dúbia, cheia de mistérios, que vai se revelando a cada cena. Esquisita? Sim. Mas essa característica a torna, para mim, ainda mais incrível. Bradley me irritou como deveria e achei a atução do Dylan O'Brien encaixada. Eu olhava para os olhos dele e percebia o grande FDP que estava ali. A dinâmica entre eles funcionou. Os efeitos visuais foram outra grata surpresa. Somado a esse ponto, o gênero do filme foi mantido até o final, com todo aquele tempero bizarro do Sam Raimi.

    Mas vou te dizer uma coisa: fiquei curioso para ver esse filme, essa mesma premissa, sob a ótica polêmica do Lars Von Trier.

    Consegue imaginar? Espero que não. :-P

  • Henggo
    2 semanas atrás

    Um grande filme que, para mim, foi se perdendo ao longo do percurso. Ouso dizer que eu editaria FÁCIL os 15 minutos finais para agilizar a entrada do que realmente importa: a cena final "de verdade". Algo que notei é como a trama funcionou para mim enquanto estava na parte da sedução vampírica, ancestralidade, misticismo, música, blues... F*DA! Mas aí, quando entra a ação... Logo pensei:

    "Ah, não! Virou um filme qualquer..."

    Entende o ponto? O longa te promete uma coisa com aquele começo, algo mais misterioso, uma penumbra, com todo o jogo musical — a cena do Pastorzinho tocando 🤯🤯🤯 Caraca! Só que descamba pro comum, mais do mesmo, zona de conforto.

    Não é ruim. Particularmente, achei melhor do que o porre do "Uma Batalha Após a Outra". Contudo, a narrativa foi me perdendo a medida em que se aproximava do "fim" — ainda bem, teve um fôlego depois.

    Agora, Michael B. Jordan. O que é isso, meu filho? Impressionante. E a trilha sonora (soundtrack) estupenda. Entre trancos e barrancos, valeu a pena. Terminei inspirado.

  • Henggo
    1 mês atrás

    Eu gostei especialmente de dois pontos. Primeiro, a tensão. Nossa, como eu fiquei tenso! Desde a primeira cena, já existe um clima estranho. O escalonamento da situação, a sucessão de erros da diretoria, a noção de que aquilo virou um barril de pólvora... Em certo momento, percebi que eu estava na ponta da cadeira, com a testa franzida e segurando a respiração. Pela Carla, é claro, mas também por já ter testemunhado casos semelhantes ao meu redor.

    Para mim, foi uma dor palpável.

    Em segundo lugar, preciso destacar o silêncio do filme. Em muitas cenas, o diretor aposta no olhar, no suspiro, na completa mudez. Como sempre insisto no campo da escrita criativa, nunca devemos esquecer que os silêncios contam tantas — ou até mais — histórias que o texto ali presente. Aqui, em “A Sala dos Professores”, o que encontrei foi a personalidade desses personagens, alimentada pelas entrelinhas e pelo subtexto presente na trama.

    Isso possui uma riqueza incomparável.

    No final das contas, creio que, apesar do contexto alemão, este é o tipo de filme que conversa com muitos de nós — ouso até dizer com todos. Lembro-me de uma entrevista da icônica Elke Maravilha em que ela disse algo que ficou gravado em minha mente: “Escola é para instruir; educação se aprende em casa”. Eu vivenciei e vivencio isso na prática e, de certo modo, o filme toca exatamente nessa ferida.

  • 斎藤健介・ 3 anos atrás

    Acabei de assistir A Baleia e li sua resenha. Já estava emocionado, fiquei ainda mais. Achei fantástica a honestidade da sua visão.

  • magali 5 anos atrás

    Caramba, nunca tinha pensado por esse lado. Se por um acaso vc ler as obras do Nietzsche, aposto que odiaria o conceito dele de super-homem tbm.

    Depois vou assistir ambos shuauauahauq

    E CARAMBA jdhsiahaiaya
    Eu sou colunista e pretendo cursar jornalismo, é uma honra conhecer jornalistas sz

    Desejo sucesso a você em todos esses âmbitos e se quiser divulgar seu trabalho, fique à vontade

  • magali 5 anos atrás

    Eu nunca assisti muito filmes de super-herói (não tenho nada contra, mas nada a favor, até o momento), às vezes gosto de alguns, mas nunca realmente peguei pra assistir

    Pq vc não gosta?

    Eu também adoro curtas, tenho duas listas com alguns e pretendo ter mais, gosto de procurar coisa nesse estilo (quais são os seus favoritos?)

    E você escreve livros?