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Data de lançamento
22 Maio 2025Duração
É no processo de “arqueologia pessoal”, que se apresenta através das brechas da vida, que a cantora Rita Lee mostra o que todos veem, de uma maneira que ninguém jamais viu: Rita poeta, compositora, instrumentista, escritora, eremita e musa. A vida pessoal de Rita e seu processo criativo são desvendados, revelando, assim, seu talento musical e sua capacidade de metamorfose no palco. A própria Rita guia a narrativa em entrevistas concedidas durante toda a sua carreira e depoimentos recentes e inéditos.
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Acho que dava pra ser melhor e maior
Mas cumpre um pouco do papel de homenagear Rita Lee.
Uma beleza esse documentário. Rita belíssima , dividida e caótica❤️❤️❤️
Ah! Que delícia de documentário!
É sempre bom ver e rever nossa Diva Musa Inspiradora… quanta saudade…
Histórias da vida… Dela!!
Sempre única, sincerona, autentica!
Sempre Rita sendo Ritaaa!!
Adorei!!
Super recomendo!!
Se vc é fã e ama Rita Lee não pode deixar de assistir!
É certeiro no sentido de traduzir a grandiosidade de Rita Lee? Não. Ouso até dizer que nenhuma mídia seria capaz de mergulhar nessa complexidade. PORÉM, só o fato de terem deixado Rita falar sobre si, sem recorrer a narradores ou depoimentos de terceiros, já mostra como uma artista como essa não poderia ser explicada por outra pessoa que não ela mesma.
Para mim, isso mostra o respeito que Karen Harley e Oswaldo Santana tiveram.
Que bom que foi assim. Confesso que o que conheço/conhecia de Rita Lee são as músicas mais famosas e, claro, a artista sem medo de falar o que pensa. De repente, eu fui sendo puxado não apenas pela história de vida que por si é chamativa, mas também pela atualidade do que Rita Lee fala aqui
Nesses tempos de uma "epidemia de feminicídios", como a ministra Carmem Lúcia sempre reitera, eu vi neste documentário como Rita Lee, simbolicamente, fisicamente, politicamente faz falta. "Ritas" é angustiante ao mostrar como carecemos de artistas como Rita, que encaram, apontam o dedo, provocam, se posicionam para além do espetáculo das telas.
Quando a sessão terminou, eu estava flutuando. Simplesmente isso. As imagens do último show, com ela aos 67 anos, enfrentando a polícia, é marcante demais. E a mensagem final... Uau! Incrível.
Em uma década de 2020 tão estranha e com as pessoas tão apáticas — situação que Elza Soares chamava de "um bando de Che Guevaras de sofá" —, vejo o quanto carecemos de mais Ritas que gritem contra quem tem matado as Ritas e irritem quem naturaliza as violências contra as Ritas.
Definitivamente, Rita Lee foi uma artista única, atemporal, universal, transcendental.
Destaca a singularidade de Rita, mas acredito que fica aquém de toda a sua genialidade