Alejandro um órfão latino, adolescente e ambicioso, vive de trabalhos em uma loja de reparos de autos nos arredores do Queens em Nova Iorque. Nesse mundo caótico de adultos, ele luta por uma vida melhor para ele e sua irmã de 16 anos, Isamar.
A cenografia relembra as inúmeras favelas espalhadas Brasil afora, aliás, poderia ser facilmente um filme nacional, mas Ramin Bahrani é mestre no que diz respeito a expor as classes mais abastadas do país mais poderoso do mundo: Estados Unidos. O enredo narra a história de Ale, um garoto pobre de Queens que faz de tudo para dar uma vida melhor a si e para sua irmã mais velha, Isamar. A obra aproxima-se muito ao neo-realismo ao retratar a vida de pessoas simples em situações corriqueiras em suas vidas que almejam uma vida decente. É assim que a obra desenvolve-se, Ale pula estágios de sua vida, não tendo infância ou adolescência e repentinamente vê-se na vida adulta com responsabilidade dobrada e trabalhos triplicados. Por mais que Ale ainda seja um garoto que encara a realidade de maneira bruta, ele mostra-se mais maduro que Isamar que segue caminhos inversos e mostra-se que é uma adolescente irresponsável em certos pontos. A obra não apela para clichês apelativos para promover comoção, a naturalidade com que se desenvolve é o que faz com que “Chop Shop” seja brilhante em sua proposta. A realização de Bahrani é um filme sobre sonhos destronados, mas que no fundo traz uma mensagem positivo quanto a não desistir dos nossos desejos e mesmo que sejamos golpeados pela vida, há de manter a esperança. Ale cresceu precocemente, vende balas, trabalha em uma mecânica e vende filmes pirateados. Qualquer semelhança com um garoto brasileiro não é mera coincidência. Uma obra que desgarra a vida de muitas pessoas que passam pela mesma situação de um garoto que não tem nada a não ser sonhos.
Se sustenta pela boa dinâmica entre os atores e sua direção sensível, que desenvolve com cuidado e delicadeza seu protagonista.
É um filme interessante. De um realismo irônico e brutal. Mas pareceu-me tentar imitar um pouco o filme de Meirelles.
A cenografia relembra as inúmeras favelas espalhadas Brasil afora, aliás, poderia ser facilmente um filme nacional, mas Ramin Bahrani é mestre no que diz respeito a expor as classes mais abastadas do país mais poderoso do mundo: Estados Unidos.
O enredo narra a história de Ale, um garoto pobre de Queens que faz de tudo para dar uma vida melhor a si e para sua irmã mais velha, Isamar. A obra aproxima-se muito ao neo-realismo ao retratar a vida de pessoas simples em situações corriqueiras em suas vidas que almejam uma vida decente. É assim que a obra desenvolve-se, Ale pula estágios de sua vida, não tendo infância ou adolescência e repentinamente vê-se na vida adulta com responsabilidade dobrada e trabalhos triplicados. Por mais que Ale ainda seja um garoto que encara a realidade de maneira bruta, ele mostra-se mais maduro que Isamar que segue caminhos inversos e mostra-se que é uma adolescente irresponsável em certos pontos. A obra não apela para clichês apelativos para promover comoção, a naturalidade com que se desenvolve é o que faz com que “Chop Shop” seja brilhante em sua proposta. A realização de Bahrani é um filme sobre sonhos destronados, mas que no fundo traz uma mensagem positivo quanto a não desistir dos nossos desejos e mesmo que sejamos golpeados pela vida, há de manter a esperança.
Ale cresceu precocemente, vende balas, trabalha em uma mecânica e vende filmes pirateados. Qualquer semelhança com um garoto brasileiro não é mera coincidência. Uma obra que desgarra a vida de muitas pessoas que passam pela mesma situação de um garoto que não tem nada a não ser sonhos.
Sou o contrário do rapaz aí debaixo. Epopéias têm dado no saco. Talvez seja muito simplista, mas gosto de filmes que abordam temas vulgares.
Detesto filmes sem história. De fatos corriqueiros e insignificantes do cotidiano já basta minha vida.