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Duração
Levando a técnica cinematográfica de longa exposição a um nível artístico transcendental, o diretor Ron Fricke percorreu o globo para fazer Chronos, uma impressionante jornada em 70 milímetros pelas maravilhas naturais e as feitas pelo homem. O filme inteiro tem a qualidade hyper-realista intensificada da fotografia digital, e através do uso de câmeras especiais e técnicas fotográficas de controle de movimento, Fricke e seus técnicos foram capazes de criar imagens hipnotizantes garantindo o estímulo do senso de respeito e assombro. Acompanhado pela hipnótica música de Michel Stearns, esta jornada visual leva o espectador num passeio por 50 locações em quase todos os continentes do mundo, incluindo Paris, Vaticano, as pirâmides Egípcias, a estepe Africana e outros panoramas impressionantes. O efeito acumulativo é o sentimento de que o mundo - das agitadas metrópolis às mais serenas paisagens selvagens - é governado por "Chronos", o rítmo do tempo ao qual todas as coisas vivas devem se submeter. A exemplo de Koyaanisquatsi e Baraka, este é um daqueles filmes agradáveis que foi concebido de acordo com seu tema específico: não apenas uma experiência visual tranquilizante mas um estudo provocativo do nosso fascinante planeta.
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Confesso que pela críticas que li eu esperava mais dessa produção. De fato ela tem passagens impressionantes com um bom uso de efeitos visuais, mas também por vezes essas parecem repetitivas tornando a sua curta duração mais longa do que parece ser. Trabalho bem realizado que apesar de um pouco cansativo para mim valeu a pena conhecer.
Tão incrível e colossal quanto as outras duas sequências; Samsara continua sendo meu predileto entre os 3. Um vislumbre dos rastros deixados pela odisseia humana ao redor do mundo e as diferentes culturas distintas que o permeiam. Dois sentimentos se sobressaem na minha experiência ao assistir esse media-metragem e os outros dois que compõem a trilogia: admiração e aflição por estar inserido nessa espiral intrigante, misteriosa, espantosa e inescapável do tempo.
O filme é tão impressionante quanto tanto os outros, mas uma pena ser tão curto
O único pecado deste filme é ser muito curto, mais uma obra visual deslumbrante, perfeito para refletir.
foda