* Piscina (3,0): Simples, meio maluco, e direto. Bela mensagem de cumplicidade. Deixa uma sensação boa ao final;
* Frozen Princess (4,5): Nossa, vai dando um quentinho no peito. Claro que já fica claro para onde a história irá, mas a trama é tão bem feita, tão mágica e tocante, que isso passa despercebido;
* Desnudos (5,0): À todas as mães que transformam medo em luz. Uau, que curta! Parece simples, mas é de uma profundidade que estapeia. Achei estonteante;
* Pulsiones (4,0): Achei intrigante, intenso, sexy, verdadeiro, estapeante, peculiar, ousado; um espelho da realidade esfregada na nossa cara.
* Visibles (5,0): Nossa, que tapa na cara! E tem muito aqui da culpa da própria comunidade LGBTQIAP+ que só enxerga o auge dos corpos jovens e esquece que todos nós envelhecemos, né? É triste, muito, muito, triste. Um curta-documentário necessário e que vomita nossas culpas, tanto como comunidade LGBTQIAP+, quanto como sociedade em geral. Belíssimo!
* Encontro de Caminhoneiros (4,0): Deixa um gosto amargo na boca. É a representação, primeiro, da situação de viver nas sombras, ser jogado para a escuridão social por causa dos preconceitos. Em segundo lugar, a quebra do estereótipo (criado pela própria comunidade gay) de homens sempre musculosos, sarados, estereótipos de beleza juvenil. Maravilhoso curta-metragem;
* Piscina (3,0): Simples, meio maluco, e direto. Bela mensagem de cumplicidade. Deixa uma sensação boa ao final;
* Frozen Princess (4,5): Nossa, vai dando um quentinho no peito. Claro que já fica claro para onde a história irá, mas a trama é tão bem feita, tão mágica e tocante, que isso passa despercebido;
* Desnudos (5,0): À todas as mães que transformam medo em luz. Uau, que curta! Parece simples, mas é de uma profundidade que estapeia. Achei estonteante;
* Pulsiones (4,0): Achei intrigante, intenso, sexy, verdadeiro, estapeante, peculiar, ousado; um espelho da realidade esfregada na nossa cara.
* Visibles (5,0): Nossa, que tapa na cara! E tem muito aqui da culpa da própria comunidade LGBTQIAP+ que só enxerga o auge dos corpos jovens e esquece que todos nós envelhecemos, né? É triste, muito, muito, triste. Um curta-documentário necessário e que vomita nossas culpas, tanto como comunidade LGBTQIAP+, quanto como sociedade em geral. Belíssimo!
* Encontro de Caminhoneiros (4,0): Deixa um gosto amargo na boca. É a representação, primeiro, da situação de viver nas sombras, ser jogado para a escuridão social por causa dos preconceitos. Em segundo lugar, a quebra do estereótipo (criado pela própria comunidade gay) de homens sempre musculosos, sarados, estereótipos de beleza juvenil. Maravilhoso curta-metragem;