Nazistas ocupando a França. A resistência tomou coragem. Setenta e cinco anos depois, enfrentar seus fantasmas pode durar ainda mais.
Segunda Guerra Mundial. Nem todos os guerreiros usavam uniformes. Nem todos os guerreiros eram homens. Conheça Colette Catherine, de 90 anos, que, quando jovem, lutou contra os nazistas como membro da Resistência Francesa. Agora ela está prestes a reabrir velhas feridas, revivendo os terrores daquela época. Alguns pesadelos são terríveis demais para serem lembrados. Mas também perigosos demais para serem esquecidos.
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Acabei de ver no youtube e estou sentindo um forte pesar por toda a história dolorida que foi exposta ao longo do documentário. Acho que pra Colette nao importa o que ela fizesse da vida, a marca do que aconteceu com ela a acompanhará para sempre, mesmo deixando o tempo levar essa dor, a casca da ferida vai sempre estar lá.
E horrível a dor da perda, independente de como a perda acontece, mas a dor de uma perda da forma degradante como o doc nos faz relembrar é desumana.
É importantíssimo que a gente lembre dos atos mais tenebrosos que já aconteceram no mundo para que eles não venham acontecer novamente. A Alemanha faz um papel brilhante em relação a isso. Mais uma coisa que temos que aprender muito com os Alemães depois dos 7x1.
não seria minha escolha pra levar o prêmio, mas é uma boa peça
"Alguns pesadelos são terríveis demais para serem lembrados. Mas também perigosos demais para serem esquecidos." Um doc intenso, duro e doloroso, com imagens históricas reais, mas necessário. Nunca poderemos nos esquecer desse capítulo da história.
Ver documentários sobre campos de concentração é sempre desolador. Colette mostrou-se muito forte - e eu adoro como ela coloca a questão da resistência: ou se está dentro, ou se está fora. E depois que toma-se uma decisão, é via de mão única.
Doc. lindo e necessário.