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Duração
Construção é um filme sobre a trajetória de dois personagens distantes no tempo e próximos na vida. Branca, uma brasileira de três anos, viaja até Cuba para conhecer a terra de seu pai em pleno aniversário da Revolução. Seu avô, Marcos de Vasconcellos, viveu e participou intensamente como escritor e arquiteto no Rio de Janeiro dos anos 1960. Branca e Marcos, que nunca se conheceram em vida, encontram-se pela primeira vez na tela do cinema. Através de cartas, imagens de arquivo, casas e memórias, o filme percorre laços familiares cuja extensão atinge a todos nós.
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Quem tiver interesse em ver, me dá um toque
A idéia pode até ser boa, os trabalhos do pai da diretora merecem elogios poéticos e a trilha sonora do René Ferrer tem seus bons momentos, mas, no geral, o filme é insuportável: as narrações aburguesadas (digladiando-se pela valorização dos conceitos de PÁTRIA E FAMÍLIA por um viés negativamente intimista, contrariando o aspecto "gregário" das exortações textuais), a exploração exacerbada de um carisma que a garotinha Branca ainda NÃO tem, a forçação de barra subjetiva, tudo neste filme beira o ridículo no que tange à exposição pessoal da diretora, que desperdiça o bom material de arquivo de seu pai. Sinceramente, prefiro o estratagema similar que foi explorado no curta-metragem similar em exibicionismo (mas não em perspectiva discursivo-política) O LUGAR EM QUE UM HOMEM MORA. (WPC>)
Crítica| Toda trajetória tem que lidar com duas questões: pátria e família| Por Ramon Tadeu @uerjviu
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