As intenções são bonitas, mas acho que a tônica de empoderamento identitário referendada pelas decisões corajosas dos personagens esbarra nesse "só pensa em", repetido na sinopse: por mais válido que seja enquanto denúncia das interrupções de saltos qualitativos através da educação que ocorreram durante o Governo Bolsonaro, o deslumbramento com que é abordado a abnegação amorosa pareceu-me sobremaneira problemático, em termos de romantização do ócio afetivo (algo na concepção de Maru enquanto pesquisador não desce bem, urgh!). Seja como for, é um curta-metragem bonito, que celebra as condições técnico-produtivas do diretor quanto a projetos mais arrojados. Só não convenceu-me em relação ao elã dos personagens escolhidos, infelizmente! (WPC>)
As intenções são bonitas, mas acho que a tônica de empoderamento identitário referendada pelas decisões corajosas dos personagens esbarra nesse "só pensa em", repetido na sinopse: por mais válido que seja enquanto denúncia das interrupções de saltos qualitativos através da educação que ocorreram durante o Governo Bolsonaro, o deslumbramento com que é abordado a abnegação amorosa pareceu-me sobremaneira problemático, em termos de romantização do ócio afetivo (algo na concepção de Maru enquanto pesquisador não desce bem, urgh!). Seja como for, é um curta-metragem bonito, que celebra as condições técnico-produtivas do diretor quanto a projetos mais arrojados. Só não convenceu-me em relação ao elã dos personagens escolhidos, infelizmente! (WPC>)