Cook, F**k, Kill

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Cook, F**k, Kill (2018)
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Média do filme: 2.6 de 5 — baseado em 11 votos
MÉDIAFILMOW
2.6
11 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Mira Fornay
Status Em Breve

Dirigido por

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Sinopse

Uma história de um dia na vida do perpetrador de violência doméstica Jaroslav K., que trabalha como atendente de hospital. Um homem bonito e aparentemente bem humorado e bom marido, Jaroslav, de fato, é obcecado com sexo e culinária e tem ciúmes patológicos de sua esposa Blanka, a quem ele aterroriza em sua casa em uma pequena cidade. Ele não hesita em empregar violência, engano e terror contra outros que, em última instância, leva a uma tragédia familiar e, finalmente, se vira contra si mesmo.

Gênero:
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A Bola Preta | Trailer Legendado

A Bola Preta

Comentários 0
amigos querem ver
deborbujas
Beano
½
5 anos atrás

A crise contemporânea do macho alfa como inspiradora de uma lombra narrativa espiralada do eterno retorno a uma situação doméstica mal resolvida, anunciada por uma fábula da galinha que perde o olho pela natureza do lobo, que resume a experimentação narrativa a uma costura de eventos estapafúrdios, sob uma construção rasa de encadeamentos gratuitos para parecer estranho, no entanto essa experimentação está muito aquém de ter uma desenvoltura e a forma está contaminada pela lógica do folhetim risível que emenda situações aleatórias pra atender a uma lógica moral da fábula. Uma fábula do entitlement” (“senso de merecimento”) do macho alfa lascado.

samdradee
samdra dee
5 anos atrás

Interessante a narrativa irregular mas poderia ser menos longo.

bittersweetwave
Rafael Fernando
5 anos atrás

Sem dúvida um dos melhores da mostra desse ano

coldfer
Marcelo DiColdfer
½
5 anos atrás

Em alguns momentos, parece que estamos dentro do universo absurdo do diretor Bertrand Blier, mas aqui, a diretora que antes dirigiu My Dog Killer, (um filme bem mais sério) agora brinca com os gêneros e costura tudo com as armadilhas do amor e as dificuldades de querer agradar o(s) outro(s). Para aproveitar melhor é preciso deixar o racionalismo fácil de lado e embarcar na proposta da diretora que nunca se abre inteiramente.
Encarei como uma brincadeira absurda sobre o casamento, os "interesses" que cercam esse ato e uma possível violência que deve ser cortada pela raiz, mas o humor é tipicamente eslavo, não dá para parametrizar com qualquer outro. Quem se propor a ver, deve se deixar netflixs e comédias mais universais de lado. Aqui a idealização é outra, o humor eslavo é outro, mas as "feridas domésticas" de um casamento é a mesma.

editado
angelovoorhees
Angelo Antonio
½
5 anos atrás

Eu adoro a comédia francesa "Eu Não Sou um Homem Fácil", da Netflix, na qual a diretora Éléonore Pourriat propõe uma sátira sobre os privilégios dos homens na sociedade. Em seu filme, Pourriat ridiculariza esta sociedade patriarcal mostrando o quanto é bizarro que o homem domine e tenha liberdades com as quais as mulheres sequer podem sonhar em repetir. O resultado é divertido e agradável, justamente por nunca propor que aquele seja o mundo no qual as feministas querem viver. Ela apenas provoca.

Neste Cozinhar F*der Matar, a diretora eslovaca Mira Fornay inicia com proposta semelhante, no entanto, seu filme vai se tornando cada vez mais desinteressante e confuso. Na história, o tímido e reprimido Jaroslav (Jaroslav Plesl) é colocado ao centro de uma trama onde ele é alheio às mulheres, sua esposa Blanka é uma policial e as mulheres da vizinhança são abusivas com ele. Seria divertido se a história seguisse por este caminho, podendo servir como crítica social, ainda mais em um país do leste europeu onde as mulheres geralmente são vistas como símbolos sexuais.

Só que a partir de certo acontecimento ao final do primeiro ato, Fornay mostra que sua intenção é emular uma estrutura narrativa no estilo de Corra, Lola, Corra. É dada outra chance a Jaroslav de tentar colocar as coisas nos eixos, obviamente, tudo piora. Errático e mais uma vez suscetível aos mandos e desmandos dos outros, Jaroslav já não tem autonomia nenhuma sobre aonde quer chegar, a ponto de exclamar: se tivesse nascido mulher nada disso teria acontecido.

É difícil identificar a proposta de Fornay e, claramente, a falta de coesão impossibilita essa tal identificação. O longa se arrasta entre escolhas gratuitas (culminando numa cena com uma criança em um lago, completamente desnecessária) e numa trama bizarra que beira ao insuportável. O resultado é absurdo e desconexo. O filme fica na intenção: causar desconforto, custe o que custar. Em mim causou somente indignação pelo tempo perdido.

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½
1
2
3
4
5

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