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Duração
Centrado na cachorra Lolabelle, que morreu em 2011 e era muito querida pela diretora, o filme é um ensaio pessoal que combina lembranças de infância, diários em vídeo, reflexões sobre dados, cultura de vigilância e a visão budista sobre a morte, além de tributos a artistas, escritores, músicos e pensadores. Numa espécie de colagem visual, o filme examina como histórias são construídas e contadas —e como as usamos para dar sentido às nossas vidas.
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A diretora e roteirista faz uma homenagem a sua cachorra contando os detalhes de sua existência. E ainda filosofa sobre vida, tempo, morte e acontecimentos políticos da época. As animações com que o documentário é narrado é de encher os olhos.
Hipnotizante, contemplativo e por vezes um pouco angustiante por trazer tantos temas profundos através de sons, imagens e palavras. Para ver e rever e rever.
E, como disse Kierkegaard: "A vida só pode ser compreendida para trás, mas deve ser vivida para a frente. "
Sutil... parece que o tempo todo está nos convidando para imergir na história. Gostei!
#52FilmsByWomen (22)
"Coração de Cachorro" parte dos dramas pessoais da realizadora Laurie Anderson – a morte da cadela Lolabelle e do marido Lou Reed – para refletir acerca de questões demasiadamente humanas. O monólogo meditativo de Laurie aborda tanto trivialidades – vida, tristeza, filosofia e religião – quanto assuntos mais delicados – Estados Unidos pós 11 de setembro e relacionamentos familiares. Essa narrativa desenvolve-se com as mais diferentes imagens – um Goya, desenhos feitos pela Laurie, vídeos caseiros de Super 8 e smartphone – para originar um lirismo que trabalha com regras muito específicas. Impressiona essa liberdade criativa na qual a diretora lida com tantas formas e ideias. Preciso pensar mais a respeito deste ponto, mas talvez o filme possa se sabotar ao abraçar todos esses temas no discurso.
nao gostei muito