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Data de lançamento
10 Maio 2013Duração
Três jovens amigos vivem na cidade de São Paulo nos dias atuais. Luca, 31, é tatuador e mora com a avó. Ele mantém seu estúdio de tatuagem nos fundos da casa em um bairro periférico da cidade. Luiz, 29, vive em uma pensão no centro, faz bicos com sua moto e trabalha em uma farmácia. Luara, 30, sua namorada, mora em um apartamento na frente do aeroporto e dedica todo seu tempo ao trabalho em uma loja de peixes ornamentais, uma forma de espantar a solidão e conseguir juntar dinheiro para viajar. A vida dos três amigos é marcada por uma rotina ordinária e pelo consumo: uma história de amizade e desilusão na grande metrópole.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
- não da pra dizer que não representa boa parte das pessoas que fica perdida nessa fase da vida
- força muito ser um filme estético e esquece de desenvolver o roteiro
- preto e branco desnecessário, a não ser que tenha sido só pra brincar com o título
Assisti no FESTIVAL ESTAÇÃO VIRTUAL: 35 ANOS DE CINEMA BRASILEIRO que rolou on-line entre os das 6 e 31 de maio de 2021. O filme se chama CORES e a fotografia é toda em preto e branco. hahahahaha... Bicho, o CI-NE-AS-TI-NHA BRASILEIRO se supera quando o quesito é fazer sentido nenhum. Olha, se eu escrevo uma redação no Enem com um título e um texto que nada tem a ver com ele, sabe o que acontece com a nota, não é? E, aí, você vê o filme e não tem nada na trama que justifique ele ser preto e branco. Qual diferença em termo de significado esse filme teria se fosse colorido? Nenhum. Até porque o próprio filme não faz muito sentido. É uma colcha de retalho de cenas do três protagonista fazendo nada ou cometendo delitos, sem qualquer fio que ligue elas. Assim, cada um é cada um, mas qualquer filme com fotografia preto e branco galera corre pra dizer que é lindo. Não, gente, não é lindo. Lindo é o arco-íris. Todo coloridinho. Bonitão no céu. Algo descolorido não é bonito. Imagina ser uma pessoa que não enxerga cores, por exemplo. Seria legalzão, né? E por isso mesmo a falta de CORES no cinema, em pleno século XXI, precisa vir acompanhada de algum elemento da trama que peça isso. Aí, sim, se bem feita, será uma fotografia bonita, porque ela está ali pra ajudar a contar uma história. Porque, se não tem motivo pra ser assim, é só um filme preto e branco, gente. Fazem assim pra dar um verniz artístico a um filme vazio, porque sabem que vão elogiar a fotografia só por ela ser em preto e branco, porque é o que se faz: filme com fotografia preto e branco, o CINEFILINHO vai dizer que é o filme é lindo, maravilho, etc, etc, etc, ... Vocês que financiam essa merda. Nota 1 de 10. Obs.: E não é que o evento continuou com mais um lote com muito filme ruim.
A ideia do roteiro é massa, mas o filme em si é bem monótono, arrastado. Gosto do olhar, das montagens de cenários, a fotografia é linda! Mesmo tendo adorado o efeito preto e branco fiquei desesperada pra ver as cores em alguma cenas. A trilha sonora - boa pra caramba - foi essencial pro filme.
Não gostei do filme, faltou uma magia, ficou com cara de bolo que a receita deu errado. Ganhou uma estrela por ser nossa produção.
A idéia do filme é boa, fiquei interessada de cara quando li a sinopse, mas decepcionou. Particularmente achei que forçou demais pra ser "cool", mas acabou ficando tosco.