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Data de lançamento
16 Dez. 2009Duração
Bad Blake é um cantor de música country acabado por uma vida dura, que teve casamentos demais, anos demais na estrada e drinks demais. Ainda assim, Bad não pode evitar procurar sua salvação com a ajuda de Jean, uma jornalista que descobre o homem por trás do músico.
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Bridges se especializou em encarnar outsiders, com seu jeito desgrenhado e rebelde, mas a história aqui não me animou, aliás, me pareceu um baita clichezão da tradicional redenção norte-americana.
Não que seja ruim, mas é um filme bem comum, um draminha de superação como tantos outros. E as indicações para o Oscar, puro exagero. Nota 6,0.
Triste e melancólico, regado a álcool, sexo barato e hotéis sujos, ótimo, o ritmo arrastado coaduna com o desfalecimento da carreira artística do protagonista, o roteiro ágil e as falas depressivas contrastam entre si e formam as silhuetas de um cantor decadente, a verdade que a idade passa para todos nós, e nos tornamos aquilo que cativamos e nos importamos… Me choca o abandono parental e a maldade de quem o comete, Hank Thompson. Lindo filme, gera muita reflexão e entretenimento, adorável...
Como não acreditar que Jeff Bridges realmente nasceu no Texas ouvindo seus ídolos country num rancho com quintal infinito de terra?
Não parece nem que ele está atuando, e é por isso que sua atuação é tão sensacional. Oscar merecido.
Já o filme não está a altura do trabalho exercido por Bridges, mas cumpre bem seu papel de drama que vem mais para questionar do que explicar. No final, ainda consegue nos surpreender com o destino personagens.
Ainda em tempo, a música tema é a mais fraca de todas as executadas por Bad Blake no filme.
Draminha. Eu tava com uma expectativa grande, mas além da música e das paisagens de estradas nada escapa. E essa mãe solteira pegando homem pra moleta deu foi asco, zero carisma e envolvimento nessa mulher.