O detetive Charlie Chan tenta resolver um triplo homicídio em que as impressões digitais do morto aparecem em todos os três locais de homicídio. Em São Francisco, Charlie Chan investiga a morte do juiz Judge Wesley Armstrong. Vic Armstrong chega na casa do seu tio, o juiz Armstrong, na hora em que ele vai atender o telefone. Desconhecido para ele, seu tio foi assassinado e o culpado está ali na sala com ele! Phyllis Powers, do outro lado da linha, reconhece a voz da vítima, mas só então Vic é nocauteado pelo assassino. Quando ele acorda, ele puxa a faca nas costas do seu tio, pondo suas impressões digitais por todo o lado e apenas a tempo para a polícia, tendo sido chamada por uma preocupado Phyllis, para descobri-lo em pé sobre o corpo. Bem, sabemos que ele não fez isso, mas a polícia não concorda. Charlie Chan pode reconhecer a inocência do rapaz e encontrar o verdadeiro assassino antes de Vic ou pior ainda?
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Mistério policial da Monogram Pictures. Este foi o 3° de 6 filmes que Roland Winters (1904-1989) representou o detetive no cinema. Um dos últimos filmes com o personagem sino-americano Charlie Chan nas telas. O 44º de 47 filmes do icônico personagem. A 1° das 3 aparições do ator e roteirista Tim Ryan (1899-1956), marido da atriz Irene Ryan (1902-1973), como tenente Mike Ruark. Último filme de Deannie Best (1926-2000).
O chofer medroso Birmingham Brown, feito por Mantan Moreland (1902-1973) e Tommy Chan, o filho n° 2 de Charlie Chan, interpretado por Victor Sen Yung (1915-1980), servem como alívio cômico desta trama de mistério e suspense que lembra muito as estórias de Agata Christie. Sem muitas novidades em relação a maioria dos filmes da franquia, mantém a média dos outros filmes e não cansa pela sua duração curta e mais acessível.