Jonathan é um homem muito solitário. Um dia, ele recebe uma visitante em sua casa: uma jovem, que através de um chocante evento acaba morta. Ele não conta a ninguém, pois está feliz de ter um amiga, mas agora o corpo começa a se decompor.
E não é que foi melhor do que eu esperava? Pelo tema, eu tava me preparando pra uma coisa mais de mau gosto e um protagonista mais grotesco, mas no fim, até que não foi bem por aí, e o Jonathan até consegue inspirar bastante empatia na gente
Filme bem interessante, com um alto teor psicológico. Rob Zabrecky interpreta Jonathan de forma impecável. Tem bons momentos de tensão e uma boa dose de drama escondida nas entrelinhas.
Jonathan é uma pessoa doente e todos os problemas que ele tem hoje, são influência do convívio com sua mãe no passado, que contribuíram para que ele fosse se perdendo aos poucos. Os flashbacks foram essenciais para a narrativa, ver a mãe colocar fogo em si mesma para poder se limpar dos germes foi o ápice para entendermos todo o seu comportamento. Bem interessante mostrar como era sua rotina diária, tomando o remédio, indo ao trabalho, se exercitando, se arrumando todo para jantar ao final do dia com a moça morta haha No final Jonathan era só uma pessoa completamente doente, sozinho, que se perdeu em um mundo que era só seu, ficando assim imerso em sua própria loucura.
Estava esperando algo completamente diferente disso. Pensei que fosse uma história mais trash, nojenta, perturbadora, mas na verdade o que ela retrata é um homem com vários distúrbios, problemas mentais resultantes de sua relação com sua mãe, que era obsessiva com religião e germes, e passou esses problemas para o seu filho!
Ele era um homem solitário, todas as pessoas que existiam em sua vida eram fruto de sua imaginação. Jonathan estava tão sozinho que ele tratou um cadáver como sua namorada por tanto tempo... coitado, ele estava mesmo muito doente ;~~
O maior defeito do filme é que ele é muito parado, demora demais para a história de desenvolver, o que o torna bem cansativo de assistir.
E não é que foi melhor do que eu esperava? Pelo tema, eu tava me preparando pra uma coisa mais de mau gosto e um protagonista mais grotesco, mas no fim, até que não foi bem por aí, e o Jonathan até consegue inspirar bastante empatia na gente
Filme bem interessante, com um alto teor psicológico. Rob Zabrecky interpreta Jonathan de forma impecável. Tem bons momentos de tensão e uma boa dose de drama escondida nas entrelinhas.
Jonathan é uma pessoa doente e todos os problemas que ele tem hoje, são influência do convívio com sua mãe no passado, que contribuíram para que ele fosse se perdendo aos poucos. Os flashbacks foram essenciais para a narrativa, ver a mãe colocar fogo em si mesma para poder se limpar dos germes foi o ápice para entendermos todo o seu comportamento.
Bem interessante mostrar como era sua rotina diária, tomando o remédio, indo ao trabalho, se exercitando, se arrumando todo para jantar ao final do dia com a moça morta haha
No final Jonathan era só uma pessoa completamente doente, sozinho, que se perdeu em um mundo que era só seu, ficando assim imerso em sua própria loucura.
mais uma releitura do psicose
17/04/2017
legalzinho
Estava esperando algo completamente diferente disso.
Pensei que fosse uma história mais trash, nojenta, perturbadora, mas na verdade o que ela retrata é um homem com vários distúrbios, problemas mentais resultantes de sua relação com sua mãe, que era obsessiva com religião e germes, e passou esses problemas para o seu filho!
Ele era um homem solitário, todas as pessoas que existiam em sua vida eram fruto de sua imaginação.
Jonathan estava tão sozinho que ele tratou um cadáver como sua namorada por tanto tempo... coitado, ele estava mesmo muito doente ;~~
O maior defeito do filme é que ele é muito parado, demora demais para a história de desenvolver, o que o torna bem cansativo de assistir.