Filme sobre os recônditos do Cáucaso da Geórgia, que faz a gente pensar na merda que é o patriarcado. Bem, pelo menos se você não for um machista de merda, mas acho que um misógino não chega nem perto de ter a oportunidade na vida de assistir a um filme desses. O filme é dirigido por uma mulher: o que faz toda a diferença. Natia Vibliani está exuberante no papel principal, consegue cativar muito, seu marido consegue tomar a pior decisão da história do cinema, se alguém souber de alguém que tire este "prêmio" dele, por favor se manifeste. Vejo um monte de gente horrorizada em como este povo "primitivo" toma as decisões como se em regiões afastadas do Brasil fosse muito diferente. Um filme muito bom, pena que o povo só assiste coisas comerciais.
Encarar a cultura alheia é complicado, pois as vezes fere nosso estatus quo, que trazemos desde nossa criação ate o meio que nos cerca em sociedade, seus conceitos e desestruturas conceituais, em fim, este filme é um belo estudo sociológico sobre a forma patriarcal extrema que Países isolados ainda mantem.
Nossas saltimbancos feministas que se aterrorizam com um olhar masculino de interesse, ficara em estado catatônico ao ver essa obra, crua e fria, sobre tradições de vilarejos no Caucaso russo,e em vários lugares ainda vigentes, as vezes revoltante.
Uma obra que só não ganha mais pontos por deixar muitas pontas em branco , explicações que dariam peso maior ao andamento, nós daria ate perspectiva, as vezes as coisas só vão acontecendo e seguindo o baile russo. Olha todo respeito as personagens femininas da obra que dureza viver no meio de tanta obtusidade.
O filme é bem interessante e agradável de assistir. Mostra uma cultura diferente da nossa embora em alguns momentos lembre um pouco as cidades do interior do nordeste (os trajes de luto, por exemplo). apesar de se passar em um país de clima frio.
Filme sobre os recônditos do Cáucaso da Geórgia, que faz a gente pensar na merda que é o patriarcado. Bem, pelo menos se você não for um machista de merda, mas acho que um misógino não chega nem perto de ter a oportunidade na vida de assistir a um filme desses. O filme é dirigido por uma mulher: o que faz toda a diferença. Natia Vibliani está exuberante no papel principal, consegue cativar muito, seu marido consegue tomar a pior decisão da história do cinema, se alguém souber de alguém que tire este "prêmio" dele, por favor se manifeste. Vejo um monte de gente horrorizada em como este povo "primitivo" toma as decisões como se em regiões afastadas do Brasil fosse muito diferente. Um filme muito bom, pena que o povo só assiste coisas comerciais.
BLOG: FILMESTRANGEIROS
INSTAGRAM: @filmestrangeiros
Encarar a cultura alheia é complicado, pois as vezes fere nosso estatus quo, que trazemos desde nossa criação ate o meio que nos cerca em sociedade, seus conceitos e desestruturas conceituais, em fim, este filme é um belo estudo sociológico sobre a forma patriarcal extrema que Países isolados ainda mantem.
Nossas saltimbancos feministas que se aterrorizam com um olhar masculino de interesse, ficara em estado catatônico ao ver essa obra, crua e fria, sobre tradições de vilarejos no Caucaso russo,e em vários lugares ainda vigentes, as vezes revoltante.
Uma obra que só não ganha mais pontos por deixar muitas pontas em branco , explicações que dariam peso maior ao andamento, nós daria ate perspectiva, as vezes as coisas só vão acontecendo e seguindo o baile russo. Olha todo respeito as personagens femininas da obra que dureza viver no meio de tanta obtusidade.
Que surpresa boa!
clichês aparte é um bom filme , com um roteiro simples e direto
O filme é bem interessante e agradável de assistir. Mostra uma cultura diferente da nossa
embora em alguns momentos lembre um pouco as cidades do interior do nordeste (os trajes de luto, por exemplo). apesar de se passar em um país de clima frio.