Neste belo musical estrelado por Deanna Durbin, o neto de um milionário confunde uma bela disk-jockey com a tia da garota, que está namorando com seu avô, o que acaba gerando muitas situações engraçadas e muita diversão.
O nono filme de Deanna Dubin com pior nota no IMDB e, sinceramente, deveria estar em posições mais baixas. Tem muito filme melhor dela com nota pior. Este daqui foi o antepenúltimo filme protagonizado pela atriz, naquela que chamo de terceira fase de sua carreira. Os filmes focam em uma jovem adulta que canta para resolver os problemas, enquanto busca conquistar seu lugar no mundo, tudo permeado por uma comédia romântica de erros. Deliciosa Mentira já joga em nossa cara, no seu título em português que estamos diante da típica comédia de erros. Aqui, entretanto, não temos o foco padrão da protagonista que quer ser atriz ou cantora de ópera, fugindo um pouco desse clichê dos filmes de Deanna. Bom, até temos esse plot, mas ele não é o foco. E, mesmo assim, algo que até salva um pouco o filme é que ele tem vários números musicais e todos muito bons. Está entre os que tem músicas que eu mais gosto cantadas por Deanna, inclusive a divertida cena de Il Trovatore. Something in The Wind, Turntable, etc, também são boas. O par romântico de Deanna em seus últimos filmes normalmente é um cara chato, o que já apontei em outro comentário como uma possibilidade para a nota mais baixa desses últimos filmes. Mas, aqui, o sujeito também é chato (inclusive ator com mô cara de antipático e nada com cara de galã) só que dessa vez não achei algo ruim. Parece que ele realmente teve um desenvolvimento mais bem pensado, de riquinho que se apaixona e tenta mudar. E Donald O’Connor entrega aquelas suas performances enérgicas de sempre, soando como um bom alívio cômico. Aliás, outro ponto positivo é que o filme funciona bem no quesito humor, bem como possui uma crítica social aos milionários. Aquela básica, de rico relacionando com alguém de outra classe, mas funciona. Nota: 7.7.
O nono filme de Deanna Dubin com pior nota no IMDB e, sinceramente, deveria estar em posições mais baixas. Tem muito filme melhor dela com nota pior. Este daqui foi o antepenúltimo filme protagonizado pela atriz, naquela que chamo de terceira fase de sua carreira. Os filmes focam em uma jovem adulta que canta para resolver os problemas, enquanto busca conquistar seu lugar no mundo, tudo permeado por uma comédia romântica de erros.
Deliciosa Mentira já joga em nossa cara, no seu título em português que estamos diante da típica comédia de erros. Aqui, entretanto, não temos o foco padrão da protagonista que quer ser atriz ou cantora de ópera, fugindo um pouco desse clichê dos filmes de Deanna. Bom, até temos esse plot, mas ele não é o foco. E, mesmo assim, algo que até salva um pouco o filme é que ele tem vários números musicais e todos muito bons. Está entre os que tem músicas que eu mais gosto cantadas por Deanna, inclusive a divertida cena de Il Trovatore. Something in The Wind, Turntable, etc, também são boas.
O par romântico de Deanna em seus últimos filmes normalmente é um cara chato, o que já apontei em outro comentário como uma possibilidade para a nota mais baixa desses últimos filmes. Mas, aqui, o sujeito também é chato (inclusive ator com mô cara de antipático e nada com cara de galã) só que dessa vez não achei algo ruim. Parece que ele realmente teve um desenvolvimento mais bem pensado, de riquinho que se apaixona e tenta mudar. E Donald O’Connor entrega aquelas suas performances enérgicas de sempre, soando como um bom alívio cômico.
Aliás, outro ponto positivo é que o filme funciona bem no quesito humor, bem como possui uma crítica social aos milionários. Aquela básica, de rico relacionando com alguém de outra classe, mas funciona.
Nota: 7.7.