Na casa de praia dos pais, ele comemora mais um aniversário. A chegada inesperada de um rapaz o faz perceber que a pior ferida é aquela que te consome por dentro.
Algo que aprendi coma grande Lygia Fagundes Telles é que os silêncios e as entrelinhas contam mais histórias do que a própria história. "Dentro" é bonito porque ele silencia. É como o espaço em branco necessário em uma pintura: é o respiro para a mente ir além do que está dito. Aqui, temos mágoa, família, infância, uma vida juntos. Aqui, temos incesto, tão polêmico, tão "não dito", tão maldito, tão real. Este é um curta-metragem sobre gritar em silêncio. Muito triste.
Algo que aprendi coma grande Lygia Fagundes Telles é que os silêncios e as entrelinhas contam mais histórias do que a própria história. "Dentro" é bonito porque ele silencia. É como o espaço em branco necessário em uma pintura: é o respiro para a mente ir além do que está dito. Aqui, temos mágoa, família, infância, uma vida juntos. Aqui, temos incesto, tão polêmico, tão "não dito", tão maldito, tão real. Este é um curta-metragem sobre gritar em silêncio. Muito triste.
Faltou tudo nesse curta [história, boas atuações...].... totalmente desnecessário.
Não disse a que veio.
O drama funciona muito bem esteticamente, mas a história acaba dando aquela sensação de que faltou alguma coisa.