"The Lost One" (O Homem Perdido) é dirigido e protagonizado pelo grande ator Peter Lorre. Ambientado na Alemanha de 1943, o longa conta passagens na vida do Dr. Rothe, um cientista que trabalha em pesquisas secretas durante a 2a Guerra. O enredo pode parecer meio confuso a princípio, por não seguir a narrativa linear tradicional e misturar lembranças, flashbacks e momentos de introspecção; por outro lado, é um thriller psicológico que não quer esclarecer ou resolver os acontecimentos que envolvem o protagonista, apenas demonstrar como sua mente fragmentada desencadeia impulsos destrutivos que o levam a cometer atos paranoicos e criminosos.
Peter Lorre interpreta esse personagem consumido pela culpa e pelo remorso com uma eficiente alternância de expressões faciais, sem precisar recorrer a nenhum outro artifício. Uma escolha que retrata um homem dividido entre a repressão e a explosão: ora abatido e vulnerável, ora dominado por uma frieza quase mecânica. Além do talento de Peter, a trilha sonora é peça chave para construir e sustentar a carga dramática do filme. Há diversas cenas que, sem o uso inteligente do som, pareceriam monótonas ou banais e, no entanto, transformam-se em momentos inquietantes.
É interessante como este filme nos leva a prestar mais atenção ao que acontece na mente do personagem do que, propriamente, no relato dos fatos.
Produção alemã em preto e branco, um drama de guerra e thriller de suspense indicado ao Leão de Ouro de melhor filme no Festival de Veneza. É um filme de arte no estilo film noir, baseado em uma história real. O único filme de Peter Lorre como diretor e roteirista. O nome traduzido do filme foi usado como o título de sua biografia.
Residente em um campo de refugiados, durante a Segunda Guerra Mundial, o cientista Karl Rother descobre que sua esposa, além de ser infiel, está passando informações sobre suas descobertas para os aliados. Rothe a mata e as forças de segurança do governo, em vez de puni-lo por isso, escondem o que aconteceu para que o cientista continue com algumas investigações muito úteis para eles. Mas, após o crime, Rothe começa a sentir um desejo insano de matar, do qual ele sentirá tal culpa que gradualmente o consumirá.
Um esforço singular e solitário de Peter Lorre, onde nos mostra uma viagem de psiquias desesperadas, que disparou através de lampejos de expressionismo. Um drama forte e carregado, com narrativa lenta e as vezes confusa, mas uma estória de respeito, muito bem montada e com final surpreendente e inesperado.
"The Lost One" (O Homem Perdido) é dirigido e protagonizado pelo grande ator Peter Lorre. Ambientado na Alemanha de 1943, o longa conta passagens na vida do Dr. Rothe, um cientista que trabalha em pesquisas secretas durante a 2a Guerra. O enredo pode parecer meio confuso a princípio, por não seguir a narrativa linear tradicional e misturar lembranças, flashbacks e momentos de introspecção; por outro lado, é um thriller psicológico que não quer esclarecer ou resolver os acontecimentos que envolvem o protagonista, apenas demonstrar como sua mente fragmentada desencadeia impulsos destrutivos que o levam a cometer atos paranoicos e criminosos.
Peter Lorre interpreta esse personagem consumido pela culpa e pelo remorso com uma eficiente alternância de expressões faciais, sem precisar recorrer a nenhum outro artifício. Uma escolha que retrata um homem dividido entre a repressão e a explosão: ora abatido e vulnerável, ora dominado por uma frieza quase mecânica. Além do talento de Peter, a trilha sonora é peça chave para construir e sustentar a carga dramática do filme. Há diversas cenas que, sem o uso inteligente do som, pareceriam monótonas ou banais e, no entanto, transformam-se em momentos inquietantes.
É interessante como este filme nos leva a prestar mais atenção ao que acontece na mente do personagem do que, propriamente, no relato dos fatos.
Esse filme monstra o quao talentoso leter era pena que sua incursao na direcao fpi apenas nesse filme!
Produção alemã em preto e branco, um drama de guerra e thriller de suspense indicado ao Leão de Ouro de melhor filme no Festival de Veneza. É um filme de arte no estilo film noir, baseado em uma história real. O único filme de Peter Lorre como diretor e roteirista. O nome traduzido do filme foi usado como o título de sua biografia.
Residente em um campo de refugiados, durante a Segunda Guerra Mundial, o cientista Karl Rother descobre que sua esposa, além de ser infiel, está passando informações sobre suas descobertas para os aliados. Rothe a mata e as forças de segurança do governo, em vez de puni-lo por isso, escondem o que aconteceu para que o cientista continue com algumas investigações muito úteis para eles. Mas, após o crime, Rothe começa a sentir um desejo insano de matar, do qual ele sentirá tal culpa que gradualmente o consumirá.
Um esforço singular e solitário de Peter Lorre, onde nos mostra uma viagem de psiquias desesperadas, que disparou através de lampejos de expressionismo. Um drama forte e carregado, com narrativa lenta e as vezes confusa, mas uma estória de respeito, muito bem montada e com final surpreendente e inesperado.