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The Bride Wore Black The Bride Wore Black - Estados Unidos da América
Sinopse
O filme segue os passos de uma viúva, cujo marido foi assassinado ao sair da igreja, logo após a celebração do seu casamento, na caça aos responsáveis pelo crime.
"A Noiva Estava de Preto" é um suspense noir dirigido por François Truffaut e produzido durante o período da nouvelle vague, mas com uma pegada diferente. Truffaut estava em uma fase de sua carreira bastante inspirada no cinema de Hitchcock. Aliás, este roteiro é baseado no livro de mesmo nome, escrito por Cornell Woolrich, mesmo autor de 'Janela Indiscreta'.
A atmosfera do filme é elegante, misteriosa e sombria, tal qual Julie Kohler, a personagem central interpretada pela maravilhosa Jeanne Moreau que, aos 40 anos de idade conseguiu dominar a tela com sua força e poder de sedução. Julie não é uma vilã ou uma mulher má, apenas alguém que carrega consigo a frieza do luto, canalizando sua dor para um único propósito: a vingança.
E para mim, Truffaut nunca errou. Sua admirável filmografia retrata diferentes dilemas e condições humanas com sensibilidade e realismo, mas sempre com um certo grau de empatia. Talvez por isso Julie, em sua legítima obsessão, nos desperte tanta solidariedade.
"A Noiva Estava de Preto" é um daqueles filmes que todo cinéfilo deveria conhecer. Não apenas por sua qualidade estética e narrativa, mas pelo que representa dentro da trajetória de François Truffaut e da história do cinema.
- eita que tarantino chupinhou demais aqui, até a listinha riscando os nomes é igual - vingança até as últimas consequências - a construção do filme é sensacional, vai te dando as informações da motivação da protagonista aos poucos - pra essa ai não faltou ódio
Depois de uma tentativa frustrada de suicídio, uma mulher sai de sua casa e arquiteta um plano de vingança contra alguns homens. Vamos sabendo aos poucos os motivos para isso e quem são eles. Truffaut faz uma homenagem a Hitchcock, sobre quem havia terminado de publicar o seu famoso e fascinante livro de entrevistas. Mas, claro, o filme é de Truffaut, ainda que utilize a música de Bernard Hermann (que não é marcando) e adapte obra do mesmo autor que o mestre utilizou em Vertigo. Jeanne Moreau está ótimo com seu olhar frio e insano bem com o elenco masculino. A direção como sempre é sensível e poética - é linda a cena da echarpe que esvoaça por cima da cidade. Mas o roteiro tem alguns furos que, se não chegam a tirar o prazer de assistir, ainda assim incomodam.
The Bride Wore Black não possui timing, nem naturalidade, e muito menos todas as características que estamos acostumados a ver em um filme de Truffaut. A edição do filme é péssima, e o enredo feito as pressas, como se quisessem terminar o filme o mais rápido possível.
"A Noiva Estava de Preto" é um suspense noir dirigido por François Truffaut e produzido durante o período da nouvelle vague, mas com uma pegada diferente. Truffaut estava em uma fase de sua carreira bastante inspirada no cinema de Hitchcock. Aliás, este roteiro é baseado no livro de mesmo nome, escrito por Cornell Woolrich, mesmo autor de 'Janela Indiscreta'.
A atmosfera do filme é elegante, misteriosa e sombria, tal qual Julie Kohler, a personagem central interpretada pela maravilhosa Jeanne Moreau que, aos 40 anos de idade conseguiu dominar a tela com sua força e poder de sedução. Julie não é uma vilã ou uma mulher má, apenas alguém que carrega consigo a frieza do luto, canalizando sua dor para um único propósito: a vingança.
E para mim, Truffaut nunca errou. Sua admirável filmografia retrata diferentes dilemas e condições humanas com sensibilidade e realismo, mas sempre com um certo grau de empatia. Talvez por isso Julie, em sua legítima obsessão, nos desperte tanta solidariedade.
"A Noiva Estava de Preto" é um daqueles filmes que todo cinéfilo deveria conhecer. Não apenas por sua qualidade estética e narrativa, mas pelo que representa dentro da trajetória de François Truffaut e da história do cinema.
- eita que tarantino chupinhou demais aqui, até a listinha riscando os nomes é igual
- vingança até as últimas consequências
- a construção do filme é sensacional, vai te dando as informações da motivação da protagonista aos poucos
- pra essa ai não faltou ódio
Finalmente um truffaut-hitchcock!
Depois de uma tentativa frustrada de suicídio, uma mulher sai de sua casa e arquiteta um plano de vingança contra alguns homens. Vamos sabendo aos poucos os motivos para isso e quem são eles. Truffaut faz uma homenagem a Hitchcock, sobre quem havia terminado de publicar o seu famoso e fascinante livro de entrevistas. Mas, claro, o filme é de Truffaut, ainda que utilize a música de Bernard Hermann (que não é marcando) e adapte obra do mesmo autor que o mestre utilizou em Vertigo. Jeanne Moreau está ótimo com seu olhar frio e insano bem com o elenco masculino. A direção como sempre é sensível e poética - é linda a cena da echarpe que esvoaça por cima da cidade. Mas o roteiro tem alguns furos que, se não chegam a tirar o prazer de assistir, ainda assim incomodam.
Um dos piores filmes de Truffaut que assisti.
The Bride Wore Black não possui timing, nem naturalidade, e muito menos todas as características que estamos acostumados a ver em um filme de Truffaut. A edição do filme é péssima, e o enredo feito as pressas, como se quisessem terminar o filme o mais rápido possível.