O filme conta a história de uma jovem estudante negra que é brutalmente estuprada. Após o estupro, ela muda de personalidade e passa a arquitetar um plano de vingança contra o estuprador.
Com um bom inicio depois se transforma em uma loucura q se entende muito pouco, apenas a mudança de personalidade da personagem Maya devido ao traumática estupro. Um único destaque é Rosario Dawson q consegue passar só no olhar uma pessoa abalada fisica e mentalmente.
Um conto de vingança que oferece ao espectador uma visão sombria sobre a perspectiva de uma mulher violada por estupro, e as tentativas de tentar superar o evento. Rosario Dawson em um desempenho absolutamente surpreendente.
O estupro é um atestado sobre o poder. Trata-se de uma dominação de amplas proporções: do corpo físico, o estado mental , psíquico e emocional dos vitimizados.
Uma trama difícil de acompanhar por uma cena em especifico de estupro masculino, mas, necessária e relevante não só para iniciar e expandir o diálogo atual sobre estupro e violência sexual, por também proporcionar uma discussão honesta sobre o "poder" e como influência as interseções de raça, classe, sexualidade e identidade. Realista e teórico, leva o espectador para um lugar extremamente desconfortável.
Pela Darkflix, o filme se chama "No Limite da Vingança"
Nem curti.
3 estrelas pelo final. Porém merecia menos, porque teve partes muito perdidas e confusas.
Com um bom inicio depois se transforma em uma loucura q se entende muito pouco, apenas a mudança de personalidade da personagem Maya devido ao traumática estupro. Um único destaque é Rosario Dawson q consegue passar só no olhar uma pessoa abalada fisica e mentalmente.
Um conto de vingança que oferece ao espectador uma visão sombria sobre a perspectiva de uma mulher violada por estupro, e as tentativas de tentar superar o evento. Rosario Dawson em um desempenho absolutamente surpreendente.
O estupro é um atestado sobre o poder. Trata-se de uma dominação de amplas proporções: do corpo físico, o estado mental , psíquico e emocional dos vitimizados.
Uma trama difícil de acompanhar por uma cena em especifico de estupro masculino, mas, necessária e relevante não só para iniciar e expandir o diálogo atual sobre estupro e violência sexual, por também proporcionar uma discussão honesta sobre o "poder" e como influência as interseções de raça, classe, sexualidade e identidade. Realista e teórico, leva o espectador para um lugar extremamente desconfortável.