Paul Kersey, que teve a esposa assassinada, sai de Nova York, e leva uma vida normal, deixando de lado seu sentimento de vingança, mas quando sua filha é estuprada e morta Kersey, volta a fazer justiça com as próprias mãos.
É basicamente a mesma coisa do primeiro filme. Só que aqui mal há discussão sobre o vigilantismo e também vai direto ao ponto. As cenas de ação são boas, mas com um diretor melhor do que o Michael Winner, elas seriam melhores. Charles Bronso mostrando mais uma vez que segura um filme sozinho, mesmo não sendo dos melhoes dos atores. Gostei do filme, é uma boa continuação, mas bem repetivivo. De qualquer forma até agora a franquia é boa.
Desejo de Matar II é uma espécie de slasher de ação, ou seja, uma sequencia de pessoas sendo mortas de diversas formas por um assassino em busca de vingança. Apesar de incialmente copiar descaradamente o inicio do primeiro filme, para quem não se lembra no primeiro filme sua esposa e filha estão no mercado e os bandidos descobrem seu endereço pela notinha com o endereço para delivery do supermercado, aqui eles roubam a carteira de Paul e descobrem o endereço pelo seu cartão de visitas. Aqui o desenvolvimento parece querer corrigir o que as plateias do original devem ter reclamado na época, a falta de consequencias para os bandidos que começaram essa história toda.
Quem se lembra de Desejo de Matar 1 vai saber que o protagonista nunca pega os verdadeiros assassinos de sua esposa e sai atacando de vigilante, já aqui ele começa uma jornada(que seguiria nos filmes seguintes) de apenas se vingar de quem tirou sua paz, isso é destacado inclusive na primeira vez que ele encontra um de seus alvos que está pegando drogas com uns traficantes, Paul pede que esses se retirem, já que só aquele meliante lhe interessa.
O filme ao menos é curto, mas é vazio de tudo. Atuações fracas, principalmente de Charles Bronson e sua esposa na vida real, que no filme é seu interesse amoroso mas não demonstram o mínimo de química. Sáo deles a maioria dos poucos momentos em que o filme explosivo tem diálogos. Diálogos toscos, toscamente interpretados. Bronson não queria que sua esposa passasse por cenas degradantes de ataque, então contrataram uma atriz latina para ser sua empregada no filme e a vítima da vez, em uma cena exageradamente gráfica. A filha de Kelsey que no primeiro filme ficou catatonica após o ataque, retorna aqui interpretada por outra atriz, ainda sem falar uma palavra, após se ver na mao de bandidos novamente acaba se suicidando. Lançado na época em que o VHS tava começando a fazer sucesso, Desejo de Matar II parece ter sido pensado para agradar o público das locadoras, num desfile de nudez gratuita feminina e violência estilizada. Além de uma visão estereotipada de pretos e latinos, a gangue que ataca a casa de Kersey parece uma versão mambembe da gangue do Alex de Laranja Mecanica.
Uma curiosidade é que como no primeiro filme temos um futuro astro entre os membros da gangue, Jeff Goldblum (Jurassic Park, A mosca) no primeiro e Laurence Fishburne (Otelo, Matrix) aqui.
e se vulgo determinados digamos " DESEJOS " na verdade nunca passam, mas sim apenas permanecem adomercidos, desde que obvio não estimulados por motivos alheios a propia vontade de coloca los em pratica novamente, ou por sob forma de uma primeira vez emergencial ou alto social propia diga se passagem, pena para todos os quais apesar de infelismente assim terem feito " um mesmo raio " da violencia cair na mesma cabeça do ja um dia sofrido pela tragedia PAUL KERSEY vulgo alcunha interpretativa de charles bronson, de que tal atitiude faria ao mesmo tempo que o eficaz juiz juri e executor das propias sentenças voltar a ser tão ativo em enviar LIXOS HUMANOS para debaixo de sete palmos de terrra por intemedio desta otima sequencia de tal tradicional franquia cinefila justiceira ha exatos 43 anos, como outrora o foi desde seu inicio roteiristico junto aos oruindos anos 70, ate suas extensões da setima arte mais contemporaneas,cujo para dizer a verdade,não muito RELEVANTES a contento, se e´que porventura ou nao me entendem, em outras palavras a quem interessar ou nao possa,assim como DANEM SE opiniões divergentes, se o judiciario as vezes NÃO CUMPRE de forma correta para com suas funções em promover o codigo penal SEVERO para quem o merecer bem ? que caso aqueles que se prontficarem em corrigir tais inadequações disponham TODA SORTE do mundo como " desejo " deste que vos escreve em suas empreitadas, pois afinal de contas se os FINS JUSTIICAM OS MEIOS, como sempre JUSTIFICAM, bolas PARA QUAIS o forem APLICADOS, desde que EFICIENTES naquilo que se PROPONHAM nao é mesmo ? e fim de papo. " Desejisticamente " NOTA 9.5.
“Você acredita em Jesus? Acredito sim! Pois vai encontrá-lo.”
🔥 Rever a série de filmes DESEJO DE MATAR em pleno o ano de 2025 e notar que o seu argumento continua atual, só nos faz cair em depressão em busca de alguma reflexão lógica que justifique essa violência que grita das ruas.
🔥 Assim como no primeiro filme em 1974, temos a mesma premissa. E continuo com a mesmíssima impressão de que esse é um filme sobre o Batman ou Justiceiro. Todos os conceitos estão aqui, basta escolher o seu lado. As Leis vs. Vigilantismo. Terapia ou Bala? Há conflitos ideológicos aqui, camuflados por uma selvageria. Poluição, alcoolismo, cocaína, delírio mental, os ratos tomaram de conta das vielas. Sujeira moral, alguém precisa dar uma descarga nisso.
🔥 Pena de morte ou Vingança com as próprias mãos? Sim, temos muitas perguntas. Na franquia Desejo de Matar, não vamos encontrar apenas cenas gratuitas de ação, mas também todo um subtexto crítico social e político sobre um país que está em ebulição. Um argumento sobre violência que vai ser elevado em Robocop (1987). E também temos uma bela homenagem ao grande Assalto à 13º DP (John Carpenter, 1976).
🔥 A instituição “Polícia” parece estar em crise, a mesma está procurando um meio para estancar essa tirania social. Um argumento que faz a gente pensar o quanto é difícil controlar essa selvageria. Facções e o crime organizado parecem tomar conta do pedaço. Jogue o jogo ou vire uma estatística, ou melhor acentuando, um cadáver. Dificilmente você não vai ficar do lado do personagem Charles Bronson. Talvez o filme apele para uma violência explícita, nos colocando ainda mais motivados e na torcida por vingança. Mas essa apelação também é a chave da questão.
🔥 Essa continuação consegue ser bem mais brutal do que o primeiro. Noticiários já advertem em alerta: A cidade de Los Angeles está com a corda no pescoço. Fúria e Cólera se faz presente nas ruas. A bestialidade parece estar em cada beco, de onde assaltos protagonizados por gangues do mais puro fetiche pontiagudo em uma realidade que não é justa. Charles Bronson vai jogando com as cartas que tem. Um sobrevivente.
É basicamente a mesma coisa do primeiro filme. Só que aqui mal há discussão sobre o vigilantismo e também vai direto ao ponto. As cenas de ação são boas, mas com um diretor melhor do que o Michael Winner, elas seriam melhores. Charles Bronso mostrando mais uma vez que segura um filme sozinho, mesmo não sendo dos melhoes dos atores. Gostei do filme, é uma boa continuação, mas bem repetivivo. De qualquer forma até agora a franquia é boa.
Desejo de Matar II é uma espécie de slasher de ação, ou seja, uma sequencia de pessoas sendo mortas de diversas formas por um assassino em busca de vingança. Apesar de incialmente copiar descaradamente o inicio do primeiro filme, para quem não se lembra no primeiro filme sua esposa e filha estão no mercado e os bandidos descobrem seu endereço pela notinha com o endereço para delivery do supermercado, aqui eles roubam a carteira de Paul e descobrem o endereço pelo seu cartão de visitas. Aqui o desenvolvimento parece querer corrigir o que as plateias do original devem ter reclamado na época, a falta de consequencias para os bandidos que começaram essa história toda.
Quem se lembra de Desejo de Matar 1 vai saber que o protagonista nunca pega os verdadeiros assassinos de sua esposa e sai atacando de vigilante, já aqui ele começa uma jornada(que seguiria nos filmes seguintes) de apenas se vingar de quem tirou sua paz, isso é destacado inclusive na primeira vez que ele encontra um de seus alvos que está pegando drogas com uns traficantes, Paul pede que esses se retirem, já que só aquele meliante lhe interessa.
O filme ao menos é curto, mas é vazio de tudo. Atuações fracas, principalmente de Charles Bronson e sua esposa na vida real, que no filme é seu interesse amoroso mas não demonstram o mínimo de química. Sáo deles a maioria dos poucos momentos em que o filme explosivo tem diálogos. Diálogos toscos, toscamente interpretados. Bronson não queria que sua esposa passasse por cenas degradantes de ataque, então contrataram uma atriz latina para ser sua empregada no filme e a vítima da vez, em uma cena exageradamente gráfica. A filha de Kelsey que no primeiro filme ficou catatonica após o ataque, retorna aqui interpretada por outra atriz, ainda sem falar uma palavra, após se ver na mao de bandidos novamente acaba se suicidando. Lançado na época em que o VHS tava começando a fazer sucesso, Desejo de Matar II parece ter sido pensado para agradar o público das locadoras, num desfile de nudez gratuita feminina e violência estilizada. Além de uma visão estereotipada de pretos e latinos, a gangue que ataca a casa de Kersey parece uma versão mambembe da gangue do Alex de Laranja Mecanica.
Uma curiosidade é que como no primeiro filme temos um futuro astro entre os membros da gangue, Jeff Goldblum (Jurassic Park, A mosca) no primeiro e Laurence Fishburne (Otelo, Matrix) aqui.
06.07.1999
e se vulgo determinados digamos " DESEJOS " na verdade nunca passam, mas sim apenas permanecem adomercidos, desde que obvio não estimulados por motivos alheios a propia vontade de coloca los em pratica novamente, ou por sob forma de uma primeira vez emergencial ou alto social propia diga se passagem, pena para todos os quais apesar de infelismente assim terem feito " um mesmo raio " da violencia cair na mesma cabeça do ja um dia sofrido pela tragedia PAUL KERSEY vulgo alcunha interpretativa de charles bronson, de que tal atitiude faria ao mesmo tempo que o eficaz juiz juri e executor das propias sentenças voltar a ser tão ativo em enviar LIXOS HUMANOS para debaixo de sete palmos de terrra por intemedio desta otima sequencia de tal tradicional franquia cinefila justiceira ha exatos 43 anos, como outrora o foi desde seu inicio roteiristico junto aos oruindos anos 70, ate suas extensões da setima arte mais contemporaneas,cujo para dizer a verdade,não muito RELEVANTES a contento, se e´que porventura ou nao me entendem, em outras palavras a quem interessar ou nao possa,assim como DANEM SE opiniões divergentes, se o judiciario as vezes NÃO CUMPRE de forma correta para com suas funções em promover o codigo penal SEVERO para quem o merecer bem ? que caso aqueles que se prontficarem em corrigir tais inadequações disponham TODA SORTE do mundo como " desejo " deste que vos escreve em suas empreitadas, pois afinal de contas se os FINS JUSTIICAM OS MEIOS, como sempre JUSTIFICAM, bolas PARA QUAIS o forem APLICADOS, desde que EFICIENTES naquilo que se PROPONHAM nao é mesmo ? e fim de papo. " Desejisticamente " NOTA 9.5.
“Você acredita em Jesus? Acredito sim! Pois vai encontrá-lo.”
🔥 Rever a série de filmes DESEJO DE MATAR em pleno o ano de 2025 e notar que o seu argumento continua atual, só nos faz cair em depressão em busca de alguma reflexão lógica que justifique essa violência que grita das ruas.
🔥 Assim como no primeiro filme em 1974, temos a mesma premissa. E continuo com a mesmíssima impressão de que esse é um filme sobre o Batman ou Justiceiro. Todos os conceitos estão aqui, basta escolher o seu lado. As Leis vs. Vigilantismo. Terapia ou Bala? Há conflitos ideológicos aqui, camuflados por uma selvageria. Poluição, alcoolismo, cocaína, delírio mental, os ratos tomaram de conta das vielas. Sujeira moral, alguém precisa dar uma descarga nisso.
🔥 Pena de morte ou Vingança com as próprias mãos? Sim, temos muitas perguntas. Na franquia Desejo de Matar, não vamos encontrar apenas cenas gratuitas de ação, mas também todo um subtexto crítico social e político sobre um país que está em ebulição. Um argumento sobre violência que vai ser elevado em Robocop (1987). E também temos uma bela homenagem ao grande Assalto à 13º DP (John Carpenter, 1976).
🔥 A instituição “Polícia” parece estar em crise, a mesma está procurando um meio para estancar essa tirania social. Um argumento que faz a gente pensar o quanto é difícil controlar essa selvageria. Facções e o crime organizado parecem tomar conta do pedaço. Jogue o jogo ou vire uma estatística, ou melhor acentuando, um cadáver. Dificilmente você não vai ficar do lado do personagem Charles Bronson. Talvez o filme apele para uma violência explícita, nos colocando ainda mais motivados e na torcida por vingança. Mas essa apelação também é a chave da questão.
🔥 Essa continuação consegue ser bem mais brutal do que o primeiro. Noticiários já advertem em alerta: A cidade de Los Angeles está com a corda no pescoço. Fúria e Cólera se faz presente nas ruas. A bestialidade parece estar em cada beco, de onde assaltos protagonizados por gangues do mais puro fetiche pontiagudo em uma realidade que não é justa. Charles Bronson vai jogando com as cartas que tem. Um sobrevivente.