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Data de lançamento
24 Julho 1974Duração
Em Nova York vive Paul Kersey (Charles Bronson), um homem pacífico que tem sua vida destroçada quando três marginais invadem seu apartamento, estupram sua filha, que fica em estado gravíssimo, e matam Joanna, sua mulher. Após uma viagem a uma cidade do Arizona na qual todos andam armados e a criminalidade é mínima, Kersey decide eliminar qualquer um que o ameace, pois a polícia se mostra incapaz de encontrar os culpados. Assim, Kersey se arma e começa a patrulhar as ruas, matando assassinos e ladrões e ficando obcecado em fazer justiça. Paralelamente, ele é caçado por Frank Ochoa (Vincent Gardenia), um detetive da polícia que deseja encontrar o homem que está fazendo o trabalho dos tiras.
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Depois de muito tempo com muita vontade de ver finalmente vi Desejo de Matar. Enquanti algumas coisas me surpreenderam outras me decepcionaram. Gostei que tá mais pra um thriller com algumas boas cenas de ação. Charles Bronson está longe de ser um bom ator, mas aqui até que ele está bem. Tem uma boa direção mas o maior ponto negativo do filme é seu roteiro. Interessante que traga discussões sobre vigilantismo mas elas são bem rasas. O ritmo também não é dos melhores, mesmo sendo um filme curto em alguns momentos achei um pouco chato e casantivo. De qualquer forma é um bom filme. E ainda tem ótimas fotografia e trilha.
Tirando a ação direta ao ponto, me bugou o fato do protagonista ter essa cara de senhorzinho e corpo enxuto.
Aquele clichê dos anos 70/80, direto ao ponto, cru e impactante e com Charles Bronson arrebentando literalmente.
Clássico da Domingo Maior da Globo, com todas as suas sequências, traz Charles Bronson, como o homem comum que depois de uma tragédia pessoal resolve limpar Nova York dos bandidos, um filme de ação não muito chegado a sutilezas, traz uma Nova York dominada pelo crime. onde a cada passo você corre o risco de dar de cara com um grupo de marginais armados com canivetes e revolveres. Ainda que o canastrão Chatles Bronson não consiga nunca convencer de que ele seria um pacato engenheiro liberal que passa a fazer o trabalho que a polícia não vinha dando conta, é disso que querem nos convencer. Um panfleto direitista, mas divertido.
A ação com Bronson demora a acontecer, mas sua presença como alguém pacífico que é levado ao estresse, somada à atmosfera opressiva, contribui para retratar um cenário bastante comum: a criminalidade reinando em uma cidade onde as instituições de justiça são precárias. Pode-se dizer que o filme acerta ao construir esse clima de insegurança, onde um cidadão de bem já não sabe se vai chegar vivo em casa após um dia de trabalho. Há todo um processo até que se chegue ao ápice: agir com as próprias mãos.
Um anti-herói à moda antiga: sem máscara, só balas.