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Data de lançamento
6 Dez. 2011Duração
Um acidente bizarro transforma grande parte da população mundial em zumbis. Um pequeno e desesperado grupo de sobreviventes não infectados refugia-se em um cassino abandonado em Reno, Nevada. Enquanto isso, os mortos-vivos se tornam mais inteligentes, mais fortes e mais agressivos a cada dia que passa.
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Até que me surpreendeu, pra um filme de baixo orçamento tem bons momentos e um enredo bacana.
Filmes envolvendo os mortos-vivos são frequentes e eles já foram retratados das mais diversas maneiras. Temos os lerdos e burros, os lerdos inteligentes (Terra dos Mortos) e os maratonistas (Madrugada dos Mortos). Ainda temos aqueles que sofrem mutações, como na franquia Resident Evil, ou aqueles que simplesmente vão evoluindo com o tempo. Sem contar os seus hábitos alimentares, alguns só fazem uma dieta de cérebros e tem aqueles, pobres, que comem tudo sem qualquer preconceito.
A história, deste filme, gira em torno de alguns sobreviventes que são isolam em um hotel/cassino, depois que uma explosão radioativa acontece, transformando todos aqueles que foram expostos, em carniceiros mortos-vivos. Logo, os que não foram infectados terão que sobreviver a constates ataques de zumbis, enquanto tentam arranjar um jeito de escapar da morte certa. E eles terão que sair logo da cidade, uma vez que a radiação que transformou os outros ainda está no ar e é só uma questão de tempo até que eles sejam zumbificados também.
Comecei a crítica falando sobre as mudanças que os zumbis costumam sofrer de filme em filme porque, o roteiro deste, apresenta alguns detalhes bastante especiais. Aparentemente, os zumbis apresentados por este filme são iguais aos outros, mas isso muda depois de um tempo. Primeiro que eles se comportam como animais, em relação a uma presa. Tenho algo para comer em mãos, eles não correm para pegar outra. E ainda brigam entre si por sua comida. Outra coisa interessante, é que eles dormem, assim como os vivos.
Muitos irão achar isso absurdo, e um dos personagens ainda afirma que eles mijam como os humanos comuns (Graças a Deus, não presenciamos um exemplo disso), mas eu até que achei interessante. É importante assistir um filme que acrescenta algumas coisas novas, surpreendendo-nos. Outro detalhe digno de destaque, é que os zumbis estão em uma evolução constante, como se estivessem se adaptando as suas novas condições. Com a evolução da trama, eles vão ficando mais rápidos e espertos.
Os efeitos especiais não são excelentes, mas também não comprometem. São razoáveis. Para um projeto independente como este, o diretor se saiu muito bem. Infelizmente, o roteiro decide mudar a direção da trama na metade do filme, nos apresentando a uma situação clichê, usada em muitos outros filmes. Estava muito mais interessante quando eram apenas quatro personagens, mas logo entram diversos em cena. E o roteiro ainda se encarrega de rebaixar ainda mais o filme, ao matar um dos personagens mais carismáticos, como se não fosse nada. Fiquei desconsolado, porque todos os outros eram sem graça.
Ainda tentando surpreender e fugir do lugar comum, o roteiro fecha de uma maneira inesperada e ousada. Apesar de fazer uma breve reverência pela coragem, acho que, na prática, a situação na saiu muito bem, deixando apenas personagens chatos para contar a história. Pelo menos temos uma última cena que resgata a nostalgia e abre a ponta para uma sequência.
No geral é uma produção razoável, mas serve para passar o tempo.
Disparado um dos filmes de zumbis mais bizarros e "WTF???" que eu já assisti!
O curioso é que o filme é produzido pelos mesmos caras que fizeram 30 Dias de Noite que é um filmão de terror com vampiros, mas aqui os caras estavam cheirando cocaína pois pense numa produção canastrona. São cenas de personagens fazendo burrices, situações constrangedoras, zumbis ridículos, efeitos especiais horrorosos e cenas de ação bagaceiras. Simplesmente não é aquele tipo de filme pra se levar a sério, é tão ruim que se torna involuntariamente uma comédia.
difícil acreditar q o mesmo cara q escreveu "30 dias de noite" tenha escrito essa carniça...ou será q o quadrinho é melhor q o filme??
a idéia de zumbis q comem outros zumbis e evoluem é até interessante mas...o sentido "quede"? se todas as pessoas q estivessem nas ruas ou com janelas abertas virassem zumbis e o pessoal de dentro dos prédios não, tudo bem...fazia sentido. mas, não!!! os caras estão batendo boca na rua e todo mundo em volta vira zumbi menos eles. dentro dos prédios 99% vira zumbi...os caras tinham "derreal" pra fazer o filme e gastaram tudo em efeitos toscos como a batida de carro e a explosão do prédio...e a mulher roubar toda a comida deles e depois voltar como "heroína"?? e o erro de continuidade dos dedos q vem e vão? kkkkkkkkkkkkkkk...
2 estrelas pq tem o gage...qdo bati o olho sabia q conhecia o cara de algum lugar, vou futucar e não é q é ele mesmo? o lendário gage creed do clááááááááássico "cemitério maldito", q emoção! só faltou dizer sua frase clássica: "não é justo..."
Uma bomba, que pelo que o filme passa é atômica explode atrás da montanha e sua consequência é um miojo de zumbis, sim porque além de não incinerar a cidade de Reno, em 3 minutos tem uma horda de zumbis dominando tudo..E pasmem são zumbis avestruz, comem tudo , ate outros zumbis, arrotam e depois vão mimi !!!!
É ruim, mas tem um charme no meio de tanta tosqueira, quem salva boa parte do filme é a Tori,e alguns atores desconhecidos, mas o protagonista é muito ruim, aliando a um roteiro besta, cheio de burrice, situações bizarras e coadjuvantes muito ruins.
A única personagem interessante, e ainda a transformam em vilã, em uma virada de dupla do nada...
Tem coisa muito pior..mas aqui o próprio filme, roteiro e direção se sabota.
Infelizmente essa adaptação de uma HQ de Steve Niles ficou bem ruim, longe do sucesso que foi 30 Dias de Noite, adaptação de outra HQ do autor lançada no cinema em 2007.