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Data de lançamento
5 Março 2020Duração
Lily Chan (Sonoya Mizuno) é uma engenheira de computação que inicia uma investigação da divisão secreta da companhia em que trabalha. Ela acredita que a empresa está por trás do assassinato de seu namorado. O principal alvo da averiguação é Forest (Nick Offerman), o CEO da corporação que é obcecado pela tal divisão secreta.
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Eu gostei dessa minissérie, apesar de ser um pouco complexa em termos de ficção científica, ela tem um roteiro inteligente e provocativo que mistura tecnologia, filosofia e suspense de forma envolvente... Talvez tenha faltado um pouco de carisma na protagonista,
achei um pouco fria e sem intensidade
Premissa muito boa, mas que execução PÉSSIMA! Que série chata, lenta, sem sal. Poderia desenvolver infinitas tramas baseadas na DEV maaas né
No episódio 7, na cena da grade, me senti como o personagem dizendo "Wow" ao perceber a lógica e a simplicidade do funcionamento dos eventos. Até então, eu estava com imensa dificuldade de compreender como uma pessoa poderia "quebrar" uma previsão determínistica fazendo o contrário do que a previsão mostrava, me parecia um paradoxo, uma incoerência. A partir do momento em que se entende que a pessoa olhando o futuro está na realidade situada no futuro da linha temporal na qual aquele evento já ocorreu, considerando o multiverso, a mente explode. Ela pensa que está vendo o futuro quando na verdade aquele futuro já é efeito dela ter visto o futuro. O futuro visualizado na verdade já é um passado ocorrido na linha temporal que permitiu a ela ver seu futuro.
Em termos simples, ela pensa que tem o livre arbítrio e pensa em termos de OU é/OU não é (ou faço ou não faço, por exemplo), quando na verdade o multiverso é em termos de 'é E não é" ao mesmo tempo:
a. uma linha alternativa onde o futuro se concretiza E
b. uma linha alternativa onde não se vê o futuro
A máquina nunca viu o futuro, apenas a probabilidade computacional.
Matrix Origens
Tão determinista que fica claustrofóbica e anticlimática, mas gostei MUITO da sagacidade no trocadilho entre
Devs e DEVS.
Fotografia e direção de arte espetaculares. As cenas em que
múltiplas realidades/possibilidades se desenrolam ao mesmo tempo
Única atuação que realmente me prendeu foi a da Alison Pill.
Em tempos de Epstein Files, o enredo da série criticar os gurus da tecnologia é bem contundente.
Alex Garland manda bem demais! Sou fã.